A Origem Humana; STJ autoriza paciente a cultivar cannabis

A Origem Humana sobre a ótica do evolucionismo segundo Brandão de Carvalho
       A origem humana

Interessantíssimo esse tema que iremos abordar. Sobre uma ótica evolucionista e antropológica da origem do homem como o concebemos hoje na Terra, depois de milhões de anos numa conjuntura que poderá ser comprovada por paleontólogos diante exaustivos e milenares estudos em busca da nossa origem na face de nosso planeta.

Esse estudo um tanto mnemônico, sucinto, leva em conta as principais teorias comprobatórias de que os primeiros seres se originaram na água, como bactérias e micro-organismos a três bilhões e meio de anos. A vida é um estado incessante comum aos seres organizado.

Nos limitaremos essencialmente a ciência, sem entretanto nos omitirmos ou negarmos a religiosidade que sempre esteve em algum tempo ou lugar. Ao acreditar num ser superior que tudo governa na alimentação da captação de nossa inteligência, senão pela fé, já na época do “ homo sapiens “. Nos tempos mais remotos, éramos de uma primariedade absoluta, insusceptíveis de qualquer orientação comportamental. Daí, fazemos as seguintes observações: o “ homo sapiens “ é resultado de uma incontável série de transformações, aparecendo há 300 mil anos e os ascendentes hominídeos há 3 bilhões de anos, através de suas vinte e uma espécimes no evolucionismo dessa espécie.

Nossas origens mais remotas, se encontram no Marrocos, podendo se afirmar, segundo os estudiosos que todos nós somos Africanos e a pigmentação de raças se deu há 10 mil anos atrás, quando esses indivíduos foram se espalhando noutros continentes, sem o sol causticante dos desertos e savanas africanas, conquistando espaços desconhecidos sobre uma lenta e gradual evolução.

                                                                     A Origem humana

Somos decendentes dos australuptecus  africanos, o mais antigo dos primatas que se tornaram bípedes, depois de bilenários  períodos do evolucionismo quando ainda andávamos sobre quatro patas .

Os vencedores assumem esteriótipos mutantes, enquanto os perdedores se extinguem nessas mutações, durante aproximadamente três bilhões de anos.

Outra teoria aceita é que nos originamos na África do Sul. O continente africano foi envolto de tremendas geleiras, num movimento de resfriamento que continuamente formam densas florestas, onde os sustralupethecus se firmam em dois pés, tornando-se bípedes diferentemente dos seus antecessores. Passando daí em diante a ter movimentações mais fáceis no sentido da evolução, na qual hoje nos encontramos, tudo modelado pelo pensamento e pelo instinto . O bipedismo  é a faculdade de andar de pé sobre duas pernas, locomover-se de forma erecta, própria dos humanos de forma permanente ou transitória de alguns animais inferiores.

A evolução não aparece por demanda, como asseveram os cientistas, mas por variações particulares numa sucessão de mutações genéticas ao passar do tempo, aparece o “ homo erectus” , depois de uma nova onda de geleiras , com dizimações de florestas, dificuldades de sobrevivência , transformando-se num homem macaco mais hábil e mais ágil , alimentando das raizes das árvores como os seus ascendentes e iniciando a mesma de carnes frescas ou podres. Assim, acumulando mais proteínas, desenvolvendo seus músculos e cérebros, num estado já bastante avançado de defesa. Em relação aos ataques de outros animais que passaram a servir de base de alimentação, para uma sobrevivência mais forte e austera naquele novo “ habitat”, alto, magro, feições quase humanas, inteligente, cérebro muito mais definido, dentes, conquistador de territórios, com supremacia aos outros animais que não se desenvolveram.

                                                       A origem humana

Começaram a usar lascas de pedras, fazer artefatos para defesa pessoal, utensílios para uso doméstico, uma fase primária da “ tecnologia” do homem primitivo. Também o “ homo eréctus” passa por outra transformação climatológica, mudando o quadro ambiental, em agrupamentos, tornam-se nômades, a procura de outros territórios. Vão para outros continentes e entram na Europa, pela atual Espanha. Cérebros já do tamanho dos nossos atualmente, ascende neles o desejo de viajarem para lugares distantes. Sofrem novamente em território europeu, novas mudanças climáticas, nascendo aí no processo evolutivo, o Homem de Neandertal, ainda com evoluções primárias, mas com alguma comunicação linguística entre eles. Para alguns estudiosos, o cérebro do homem neandertal era igual ao nosso atualmente, para outros, eles ainda tinham uma mente fragmentada. Viviam da caça, se assistiam mutuamente, já tinham a qualidade da compaixão entre aqueles que eram atacados pelos animais na sua necessidade de sobrevivência.

Estudando o DNA dos Neandertais  conosco, foram observadas somente 27 diferenças, muito menos do que a comparação de um homem ao outro nos dias atuais, abraçando a teoria que somos realmente o resultado dessa última evolução. Entretanto há dúvidas, mesmo que tratássemos como humanos, haveria diferenças para o “ homo sapiens”, como somos hoje, cujos esqueletos foram encontrados a cento e vinte mil anos numa escavação na África do Sul. Apesar dessas diferenças se aproximarem, somos muito distintos dos Neandertais em comparação com o “ homo sapiens “.

Finalmente, envolto a duvidas, apesar dos estudos científicos, temos as teorias que “ Saímos da África” ou nos desenvolvemos entre vários continentes, da Europa a Java, consubstanciando pela genética o que somos hoje, até que novos estudos nos possam mostrar outros caminhos. O que sabemos? Foram cinco milhões de anos para chegarmos até nossos dias, através de mutações de genes num mundo enorme naquela época, com pequenos números de seres que o habitavam!

Fica o estudo e a pesquisa, assim podemos aliar ao espectro da espiritualidade que poderia ter também, a sua evolução através de seres ainda não humanizados! E Fica sempre a pergunta: O que somos? Para onde vamos? De onde viemos ?

                             A Origem humana
A origem humana sobre a ótica do evolucionismo segundo Des Brandão de Carvalho

STJ autoriza paciente a cultivar cannabis para fins medicinais

Decisão

O ministro Rogério Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorizou um paciente com ansiedade generalizada a cultivar, em casa, plantas de cannabis (maconha) para fins medicinais. A decisão foi publicada no dia 19 de maio.

A autorização foi concedida após a Justiça do Paraná rejeitar salvo conduto para evitar eventual prisão em flagrante. No processo, o paciente alegou que necessita do óleo de cannabis, flores in natura e extratos da planta para seguir o tratamento contra ansiedade, que provoca dores de estômago e distúrbios do sono.

Ao decidir a questão, o ministro citou outras liminares recentes proferidas pelo tribunal e autorizou o paciente a cultivar 354 plantas, conforme prescrição médica e laudo de engenheiro agrônomo, sem sofrer qualquer medida criminal.

“Fica vedada a comercialização, doação ou transferência a terceiros da matéria-prima ou dos compostos derivados da erva”, ressalvou o ministro.

Em outra decisão recente envolvendo o tema, o STJ decidiu que a União e o estado de Pernambuco devem fornecer medicamento à base de canabidiol à paciente com condição específica de saúde.

Fonte: Agência Brasil.

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