SUS: Nova terapia para pacientes com leucemia; Transporte Público!

Tratamento servirá a casos agudos em que não cabe quimioterapia

Leucemia
SUS

O Ministério da Saúde passará a inserir, no Sistema Único de Saúde (SUS), o tratamento combinado de venetoclax com azacitidina para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada.

A combinação dos medicamentos é indicada a pacientes que, por condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento padrão com quimioterapia intensiva, sendo mais uma alternativa de terapia para esse público.

De acordo com Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15), a nova opção será disponibilizada na rede pública de saúde em 180 dias, conforme prevê norma federal que regula a incorporação de tecnologias no SUS.

A medida segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está alinhada ao Protocolo Clínico do Ministério da Saúde.

O relatório técnico que embasou a decisão ficará disponível para consulta pública no portal da Conitec.

Leucemia

Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer sanguíneo originado na medula óssea, tecido responsável por produzir glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Quando há alguma mutação genética, esses componentes podem se transformar em células cancerígenas.

Na forma aguda, a doença se torna ainda mais fatal se não tratada de forma precoce. O diagnóstico nos primeiros estágios e o encaminhamento especializado são essenciais para bons resultados do tratamento.

Essa é a forma mais comum da leucemia aguda em adultos e atinge, principalmente, pacientes idosos.

Lula sanciona Marco Legal do Transporte Público com vetos

Transporte público
Transporte público

O que é a lei

Lei nº 15.432/2026, sancionada domingo 14/06 com vetos e publicada no DOU. Objetivo: modernizar transporte público coletivo no Brasil com mais financiamento, melhor regulação e operação.

Principais avanços

1 - Fim da dependência da tarifa: Ruptura com modelo onde só o usuário pagava. Agora permite novas fontes: publicidade, exploração comercial de espaços, recursos da Cide Combustíveis e abre caminho pra discutir “tarifa zero

2 - Qualidade mínima obrigatória: Define parâmetros pra regularidade, pontualidade, acessibilidade, segurança, conforto e satisfação. Remuneração das empresas pode ser vinculada ao desempenho

3 - Mais integração e tecnologia: Fortalece integração física/tarifária, amplia transparência, cria mecanismos nacionais de dados e monitoramento. Prevê transição pra energia renovável

Vetos de Lula

Presidência vetou trechos pra preservar sustentabilidade fiscal e não derrubar gratuidades já existentes:

1 -  Sem obrigação de custear: Retirou obrigatoriedade de estados/municípios pagarem 100% de gratuidades/descontos com orçamento próprio + prazo pra adequação. Subsídio continua permitido, mas não é obrigatório

2 -  Autonomia de estados/municípios: Vetou isenção obrigatória de pedágio pra ônibus em rodovias estaduais/municipais e subsídios federais obrigatórios pra tarifa local

3 - Sem nova estrutura: Vetou criação de novos órgãos, regras de indenização a concessionárias e vinculação de 60% da Cide Combustíveis só pra áreas urbanas. Motivo: evitar gasto permanente e manter flexibilidade do orçamento

Sobre  a Cide: Tributo federal sobre petróleo, gás, álcool e derivados. Criada em 2001, já destina recursos pra transporte, meio ambiente e subsídio de combustível.

Fonte: Agência Brasil

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