Laranjas e empresas de fachada
A Fazenda Nacional identificou dois ex-empregados da Dimensão como laranjas do esquema montado por Jadyel Alencar. Eles figuram como sócios de empresas que nunca emitiram nota fiscal, não têm empregados e existem, segundo os procuradores, exclusivamente para blindar o patrimônio do deputado e fugir da cobrança tributária. A revista Veja já havia apontado um deles como operador financeiro “de um deputado do Republicanos”.
Jadyel virou deputado por necessidade
Como se vota num sujeito que não controla nem seu orçamento?
Pois olhe, com dívida de mais de R$ 122 milhões (de impostos), Jadyel Alencar ainda corre atrás dos recursos para tentar a reeleição.
Deputado federal é seu novo ramo de negócios. As empresas fecharam.
R$ 122 milhões e um deputado devedor
A Fazenda Nacional quer que o deputado federal Jadyel Alencar responda pessoalmente por R$ 122 milhões em dívidas tributárias de sua empresa, a Dimensão Distribuidora de Medicamentos. Os procuradores da União o classificam como “grande devedor” e pedem à Justiça Federal do Piauí a desconsideração da personalidade jurídica do grupo econômico que ele controla.
13 processos, R$ 44 milhões e a conta que não fecha
São 13 processos de execução fiscal só na 4ª Vara Federal de Teresina, com débitos atualizados que somam R$ 44,1 milhões. O maior deles chega a R$ 17 milhões. No total, contando todas as inscrições em dívida ativa, a conta de Jadyel Alencar com a União passa de R$ 122 milhões.
Como ele controla isso?
O que promete ao eleitor e aliados? Dinheiro de onde?
Mentiras nas redes sociais
Na sequência de denúncias fajutas, sem provas, contra Arimateia Azevedo, Jadyel perdeu uma ação contra o jornalista, na primeira instância. O MP e a juíza não viram sentido. Ele está repetindo a estultice.
Um filme antigo
Está sendo reeditado no Piauí um filme ruim que custou R$ 420 milhões e resultou em inquérito na Polícia Federal na gestão Wellington Dias. E não é o filme sobre Bolsonaro, mas a reedição do malfadado Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos (Proaja), uma criação com roteiro original do ex-governador Wellington Dias, cuja produção foi feita com dinheiro do Fundeb e terminou, claro, favorecendo politicamente a ele.
Mesmo roteiro
Agora, o governo volta para a espécie de continuação da franquia cinematográfica, com um programa que promete bolsa de estudos de R$ 800 para os alfabetizandos, fardamento e, evidentemente, o resultado que se espera de um novo longa-metragem: os protagonistas saíram lendo e escrevendo.
Onde?
No Parque Piauí já se está fazendo postagem em rede social anunciando essa novidade de que quem se matricular no Programa Alfabetiza Piauí receberá esses bônus.
O risco é que apareçam umas almas, como no Proaja, para assombrar o esforço do governo em alfabetizar as pessoas vivas.
A frota de Avelino
A prefeitura de Avelino Lopes gastou mais de R$ 10 milhões com combustíveis. Alega o prefeito que para abastecer a “frota”.
O vereador Vanderlei Jurema questiona o valor e o tamanho da frota, que deve ser um carro alugado para a prefeitura, o do prefeito, o da mulher do prefeito, o dos filhos do prefeito, o de algum bacana puxa-saco do prefeito.
E mesmo assim, poucos carros para tanto dinheiro.
Como se paga?
A coluna quer saber como se faz para pagar o que não fecha no fim do mês. Entre boletos que não tiram férias e contas que chegam em ritmo pontual, a matemática parece sempre brincar de esconde-esconde.
O jeito é improvisar: corta aqui, adia ali, negocia com o impossível. E quando nada resolve, o humor entra em campo como quem diz: “vamos ver até onde dá para fingir que está tudo sob controle”. Vamos fazer curso de “Como ser pobre e pagar boletos no final do mês sem levar susto”.
Congresso aprova mudanças ambientais
O Congresso Nacional aprovou, em votação realizada no período noturno, projetos que alteram regras da legislação ambiental, incluindo pontos relacionados ao licenciamento e à fiscalização no país.
As propostas geram divergências entre parlamentares e especialistas, que avaliam possíveis impactos na proteção ambiental e na atividade econômica.
As medidas ainda dependem de novas etapas no processo legislativo para eventual implementação.
CUT defende jornada menor
Segundo publicações nas redes sociais da CUT, centrais sindicais e movimentos sociais defendem a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, citando apoio de cerca de 71% da população a mudanças no modelo atual.
No debate político, parlamentares contrários à proposta defendem a manutenção das regras vigentes e, em alguns casos, jornadas semanais de até 52 horas, ampliando a divergência sobre o tema.
Lula lidera com vantagem
Pesquisa Datafolha desta sexta-feira revela Lula (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 34% de Flávio Bolsonaro. No segundo turno, o petista aparece com 48% a 42%. O desgaste recente na imagem da direita ajudou a abrir essa diferença. Economia, inflação e custo de vida seguem como principais preocupações dos eleitores. Analistas destacam que ainda há cinco meses de campanha pela frente e o quadro pode mudar.
Flávio perde pontos
Escândalo envolvendo ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro impactou negativamente a imagem de Flávio Bolsonaro. Pesquisas mostram queda de até 4 pontos em uma semana. O PL tenta conter danos e aposta na recuperação até outubro. Michelle Bolsonaro é ventilada como possível plano B caso o cenário piore. A polarização segue alta no país.
Inflação acima da meta
Boletim Focus elevou projeção do IPCA para 4,92% em 2026, acima do limite superior da meta. Pressões vêm de combustíveis e alimentos influenciados por conflitos internacionais. O governo discute medidas de alívio ao consumidor em ano eleitoral. O mercado financeiro demonstra preocupação com a trajetória dos preços.
Congresso discute vetos
Deputados e senadores analisam vetos presidenciais na LDO 2026, especialmente sobre repasses a municípios. O Centrão pressiona por mais recursos em ano de eleições. Decisões tomadas agora influenciarão a governabilidade do próximo mandato.
PIB com crescimento modesto
Projeções para 2026 indicam expansão do PIB entre 1,8% e 2,2%. Setores de serviços e mineração lideram, mas a indústria enfrenta desafios. Incertezas externas, como guerras no Oriente Médio, adicionam riscos ao cenário.
Subvenção na gasolina
O governo Lula estuda subsídio temporário de R$ 0,45 no litro da gasolina para segurar a inflação. O presidente acompanha diariamente os preços dos combustíveis. A medida visa proteger o poder de compra da população em pleno ano eleitoral.
Polarização continua forte
O cenário eleitoral de 2026 mantém alta polarização entre PT e PL. A terceira via ainda não decola nas pesquisas. Regiões do Nordeste e Norte mostram preferência por Lula, enquanto Sul e parte do Sudeste estão mais divididas.
Jornada 6x1 em debate
Lula critica lentidão na transição para redução da jornada de trabalho. Sindicatos pressionam por mudanças, enquanto empresários alertam para perda de competitividade. O tema ganha força com as eleições se aproximando.
Trump afeta mercados
Medidas do segundo mandato de Donald Trump nos EUA influenciam commodities e inflação global. O Brasil sente efeitos no preço do petróleo e da soja. Analistas preveem maior volatilidade nos mercados emergentes.
Regularização eleitoral encerrada
O prazo para regularizar o título eleitoral terminou em 6 de maio. O TSE reforça regras contra fake news e uso de inteligência artificial nas campanhas. As eleições gerais ocorrem em outubro.
Riscos fiscais elevados
Despesas com previdência e riscos judiciais pressionam as contas públicas. O governo busca equilíbrio entre promessas eleitorais e responsabilidade fiscal. O mercado cobra maior controle dos gastos.
Clima impacta agricultura
Chuvas intensas no Norte e alertas de tempestades no Sudeste preocupam produtores. Fenômenos climáticos podem elevar preços de alimentos e pressionar ainda mais a inflação. O governo monitora a situação.