A teoria racional do Estado veio à luz na filosofia grega. O Ato de parar para pensar é nobre e não meramente vaidade e orgulho. O silêncio e o aquietar-se provoca compreensões imprevisíveis. Em que andastes debruçado por estes dias, meu bom amigo leitor? Em alguns momentos alguns chegaram a imaginar que nós, cristãos, lemos tão somente a Sagrada Escritura? Lógico que ela (a Bíblia) é o livro de cabeceira. Porém, o mundo precisa também ser compreendido sobre outras óticas? Não necessariamente. No entanto, é bíblico a expressão sedes santo como vosso pai celeste é santo. Mas diz mais: viveis no mundo, mas não seja do Mundo. Afinal no mundo não jazz o maligno? Certo mesmo é que algo também “órbita além da natureza cristã”? Muito cuidado com o politicamente correto pois Ele pode fazer você perder a vida eterna. No dia do juízo, quem a mim negou também eu (Cristo Jesus, Deus) o negarei. Qual o seu objeto de devoção?
O objeto de devoção? Concluído ao fim da vida de Ernest Cassier e publicado postumamente. O livro O Mito do Estado (um dos três livros que nos últimos dias estivemos debruçados sobre eles), é uma das interpretações filosóficas mais originais sobre as origens intelectuais do totalitarismo moderno, investigando uma dimensão mais profunda da política: o papel do mito na formação da experiência coletiva. Percorrendo a história da teoria política, Cassirer mostra como símbolos, narrativas e rituais podem transformar o Estado em objeto de devoção. A obra descortina ao leitor, como, no século XX, esses elementos foram mobilizados de modo técnico e deliberado para construir mitos políticos capazes de mobilizar massas e sustentar regimes autoritários. Alguma semelhança com os dias atuais? Especialmente no maior país da América Latina? Certo mesmo é que é uma leitura indispensável para compreender a relação entre Cultura, Mito e Poder. O Mito do Estado permanece um alerta duradouro acerca da força simbólica da política e dos perigos. Achava, acreditava que estávamos fazendo apenas críticas por fazer? A grandeza da Liberdade Editorial e de escrever é o ponto forte das novas mídias!
Moço nós, atualmente, temos tempo apenas de cuidar da sobrevivência e dos parcelamentos das dívidas? E quem está dizendo o contrário? Aí alguns se indagam novamente: moço quem é mesmo este Ernest Cassier, IBN Arabi e Confúcio? Agradecemos aos amigos e benfeitores pelo prazer da boa leitura. Além do Mito do Estado, devoramos Os Engastes da Sabedoria, de IBN Arabi e o livro Anacletos, de Confúcio; vamos lá, então? Ernest Cassirer (1874-1945), conhecido por sua filosofia das formas simbólicas, foi um dos grandes pensadores e filósofos do século XX, deixando um legado fecundo no estudo da linguagem, do mito, da ciência e da cultura como modos fundamentais da experiência humana. E de que trata os Engastes da Sabedoria? (Fusus al-Hikam), de Ibn Arabi, é uma das obras máximas da metafísica islâmica (sufismo), escrita por volta de 1230. O livro trata da natureza da sabedoria divina manifestada através de 27 profetas, explorando a unidade do ser, a relação entre Deus e a criação, e a expressão de nomes divinos na realidade. E quem foi autor, moço? Os Engastes da Sabedoria (Fusus al-Hikam), de Ibn Arabi, é uma das obras máximas da metafísica islâmica (sufismo), escrita por volta de 1230. O livro trata da natureza da sabedoria divina manifestada através de 27 profetas, explorando a unidade do ser, a relação entre Deus e a criação, e a expressão de nomes divinos na realidade.
E o objeto da devoção? Muito cuidado para que atualmente você não esteja sendo mais devoto do Estado do que de fato adorando ao Deus Criador e monoteísta. O que são mesmo os Anacletos de Confúcio? Os Analectos de Confúcio (Lùn Yǔ) são uma compilação de aforismos, diálogos e anedotas do filósofo chinês Confúcio (551–479 a.C.), registrados por seus discípulos. A obra foca na ética, moral, rituais sociais e no desenvolvimento do caráter virtuoso ("junzi"), com ênfase na benevolência (ren), lealdade familiar, educação e boa governança para criar harmonia social. Quer bons conselhos? Creia em Cristo Jesus, Deus; e siga firme e forte. A “devoção” ao Estado cria preguiça e comodismo. Não existe “almoço grátis”. Tu e tua casa servem a que “senhor”?