Demanda por ensino superior cresce no Brasil e EaD impulsiona expansão nacional

IBGE registra aumento e novas modalidades atraem mais universitários em 2024

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a parcela da população com 25 anos ou mais com ensino superior completo subiu de 19,7% em 2023 para 20,5% em 2024. Esse avanço reflete o crescimento da oferta educativa e a maior adesão ao ensino a distância (EaD), que se consolidou como um importante mecanismo para ampliar o acesso à educação superior no país.

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O EaD representa hoje 4,3 milhões dos 9,5 milhões de universitários brasileiros, destacando-se como um vetor crucial para a inclusão social e a qualificação profissional. A modalidade ultrapassou o ensino presencial em número de ingressantes em 2023, resultado que também é influenciado por políticas públicas como Fies, Sisu, Enem e Prouni, além da regulamentação recente do ensino semipresencial pelo Ministério da Educação (MEC).

Segundo Ivana Rodrigues, diretora de regulação da Yduqs, a nova política educacional reconhece três formatos de ensino superior — presencial, semipresencial e a distância — com regras claras para carga horária e atividades, o que aprimora a fiscalização e qualidade dos cursos. Cursos como Medicina, Direito, Odontologia, Psicologia e agora Enfermagem permanecem exclusivos do formato presencial, enquanto outras áreas ampliam as ofertas semipresenciais.

Em Teresina, a expansão da oferta educacional é visível com novos cursos, como Medicina Veterinária na Estácio, além dos tradicionais em Direito, Enfermagem e Nutrição. Para quem pretende iniciar o ensino superior no segundo semestre, diversas instituições oferecem descontos e condições especiais, incentivando a entrada de novos estudantes. Interessados podem buscar informações diretamente nas unidades locais das instituições.

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