Ponte do Pesqueirinho, entre Poti Velho e Sta Maria, tem licitação autorizada

Projeto de R$ 78,5 milhões prevê três faixas e novos acessos na zona Norte

A Prefeitura de Teresina autorizou a licitação para construir a Ponte do Pesqueirinho, que ligará o Poti Velho à região da Grande Santa Maria da Codipi, na zona Norte. O projeto prevê uma nova travessia para veículos, pedestres e ciclistas, além de intervenções nas vias de acesso. A autorização ainda não representa o início das obras, e o comunicado não informa prazos de execução.

A estrutura terá 252 metros de extensão, 12,60 metros de largura e três faixas para veículos, com passeio destinado a pedestres e ciclistas. Sob responsabilidade da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Norte (SDU Norte), a ponte atenderá uma região que, segundo estimativa da prefeitura, reúne cerca de 70 mil moradores.

Foto: Prefeitura de Teresina
Projeto de como ficará a "Ponte do Pesqueirinho"

O projeto prevê operação em sistema binário com a Ponte Mariano Gayoso Castelo Branco. Nesse modelo, as travessias trabalham de forma complementar, separando os sentidos de circulação. A prefeitura ainda não detalhou qual direção será adotada em cada ponte nem como ficará a organização das faixas.

As mudanças também alcançarão as duas extremidades da ligação. No lado da Santa Maria da Codipi, está prevista uma avenida de aproximadamente 620 metros, conectada à Avenida Poti. No Poti Velho, um trecho de 840 metros da Alameda Domingos Afonso Mafrense será readequado para receber o fluxo de veículos.

Foto: Reprodução
Assinatura da licitação

Em anúncio publicado nesta segunda-feira (14), a prefeitura informou orçamento de R$ 78,5 milhões para a Ponte do Pesqueirinho e afirmou que utilizará recursos próprios. A publicação não discrimina quanto será destinado à estrutura e às intervenções viárias de acesso.

O prefeito Sílvio Mendes afirmou que a obra atende a uma reivindicação da comunidade e tem como objetivo reduzir os congestionamentos. O superintendente da SDU Norte, Alan Brandão, destacou a previsão de espaço para pedestres e ciclistas. O material divulgado, porém, não apresenta estudo de tráfego com estimativas de redução do tempo de deslocamento.

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