Hospital Getúlio Vargas faz 1ª simulação de incêndio com evacuação no Piauí

Exercício mobiliza órgãos de segurança, altera trânsito em vias próximas e testa protocolos de resposta a emergências sem interromper atendimentos

O Hospital Getúlio Vargas (HGV) realiza nesta sexta-feira (27), das 9h às 10h30, uma simulação realística de princípio de incêndio com evacuação de áreas internas, em ação inédita no Piauí voltada ao treinamento de equipes e ao aprimoramento da atuação integrada em situações de risco.

Foto: Sesapi
Hospital Getúlio Vargas faz 1ª simulação de incêndio com evacuação no Piauí

A atividade envolverá setores estratégicos da unidade, como as clínicas cardiológica, cirúrgica e médica, além de áreas adjacentes, e contará com a participação de brigadistas, socorristas e funcionários que atuarão como pacientes durante o exercício. A proposta é testar, em condições próximas às reais, os fluxos de retirada segura de pessoas, a comunicação entre equipes e o tempo de resposta diante de uma ocorrência crítica.

A simulação terá reflexos no entorno do hospital, com interdição parcial de trechos das avenidas Frei Serafim e Primeiro de Maio e das ruas Paissandu e Arthur de Vasconcelos, nas proximidades do Hospital Natan Portela e das Lojas Diamantes. Também será utilizada fumaça cenográfica para reproduzir o cenário de emergência.

Segundo a organização, o fluxo de pessoas dentro da unidade será reduzido durante o treinamento, sem prejuízo à assistência aos pacientes. A iniciativa busca consolidar protocolos, alinhar estratégias operacionais e ampliar a capacidade de coordenação entre os órgãos envolvidos.

Coordenadora do Núcleo de Saúde do Trabalhador do HGV, a enfermeira Juliete Leal afirma que o exercício funciona como ferramenta prática para aplicação em ocorrências reais. De acordo com ela, os participantes passaram por capacitação teórica prévia e agora terão a oportunidade de executar os procedimentos na estrutura do próprio hospital.

A expectativa é que a ação fortaleça os mecanismos de segurança institucional e contribua para uma resposta mais eficiente em situações de desastre, com impacto direto na proteção de trabalhadores, pacientes e usuários do sistema de saúde.

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