Com três gols de Cristiane, Brasil vence a Jamaica e assume liderança

Seleção dominou a partida e conseguiu um saldo maior que a Itália assumindo a ponta do grupo.

Por Jade Araujo,

Sem Marta em campo, Brasil e Jamaica realizaram a segunda partida da primeira rodada do grupo C. 53ª do ranking da FIFA, a Jamaica fez sua estreia no Mundial. Com três gols de Cristiane, o Brasil foi superior e teve chance para ampliar, mas parou na goleira Schneider. 


Cristiane marcou três gols na Copa (Foto: divulgação/FIFA)

A vitória por 3 a 0 deixou o Brasil na primeira colocação do Grupo C, pois antes da partida, a Itália havia vencido a Austrália de virada, por 2 a 1. Pelo maior saldo, o Brasil assumiu a liderança do grupo seguido por Itália, Austrália e Jamaica. 

Segunda maior artilheira

Cristiane foi destaques da partida pela seleção brasileira. Com três gols, a atacante chegou a onze gols em Copa do Mundo, segunda artilheira da seleção. O primeiro gol veio aos 15 minutos. Com categoria, Cristiane cabeceou entre duas marcadoras e chegou a marca de oito gols em Mundial. 

O nono veio aos 4 minutos do segundo tempo, Debinha abriu para Andressa e Cristiane Alves empurrou para o gol na segunda trave. A bola entrou, mas a zagueira jamaicana tirou, porém o gol foi sinalizado. 

Aos 18 minutos Cristiane cobrou falta. A bola bateu no travessão superior, no chão voltou para a área e Andressa Alves cabeceou. Mas a juíza sinalizou o gol na cobrança de falta de Cristiane. Dez gols de Cristiane em Copa do Mundo. 

Perdeu pênalti

37 min Andressa Alves perdeu pênalti ao cobrar fraco no canto direito da goleira  e a mesma caiu para fazer a defesa.

Schneeeeeeeeider

A goleira jamaicana foi o destaque da seleção. Durante a partida ela pegou pênalti, além de evitar uma goleada maior da seleção brasileira. A atuação da atleta rendeu destaque. 

Domínio do Brasil

Durante os noventa minutos de jogo, o Brasil dominou a Jamaica. Contrariando a preparação pré-Copa de nove derrotas em sequência, a seleção conseguiu jogar bem, apesar das pequenas falhas de finalização e velocidade. No final do primeiro tempo e do segundo, o Brasil diminuiu em intensidade, mas sempre controlando a partida. 
 

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