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Secretário de administração de Cocal é afastado suspeito de envolvimento em fraudes licitatórias

A polícia deverá cumprir doze mandados de busca e apreensão

O Ministério Público de Cocal, a Polícia Civil do Piauí, através da Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR) deflagrou na manhã desta quinta-feira (07),a Operação Dom Casmurro. Durante a a ação foram afastados dos cargos, o Secretário de Administração de Cocal e pessoas que atuaram como membros da Comissão Permanente de Licitação do município no ano de 2018.     

Empresas fraudavam licitações (Foto: Divulgação Polícia Civil)

A ação tem o objetivo de cumprir doze mandados de busca e apreensão expedidos contra os endereços de duas empresas de Teresina e de seus administradores, diretores e colaboradores. Segundo as apurações foram constatados que as duas empresas investigadas sempre ganhavam licitações para elaborar concursos públicos municipais a partir de editais direcionados. 

Mais de 50 policiais civis, bem como Promotores de Justiça e auditores do TCE-PI realizam as diligências. Participam ainda da operação o Ministério Público de Cocal, promotores membros do GAECO, a Diretoria de Inteligência da Policia Civil, Polinter, GRECO, DEPRE, Delegacia de Crimes Cibernéticos, a Gerência de Polícia Especializada (GPE), e auditores do Tribunal de Contas do Estado.

A denominação da operação tem relação com o nome de fantasia de uma dessas empresas investigadas. 

O Ministério Público de Cocal, a Polícia Civil do Piauí, através da Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR) deflagrou na manhã desta quinta-feira (07),a Operação Dom Casmurro. Durante a a ação foram afastados dos cargos, o Secretário de Administração de Cocal e pessoas que atuaram como membros da Comissão Permanente de Licitação do município no ano de 2018.     

Empresas fraudavam licitações (Foto: Divulgação Polícia Civil)

A ação tem o objetivo de cumprir doze mandados de busca e apreensão expedidos contra os endereços de duas empresas de Teresina e de seus administradores, diretores e colaboradores. Segundo as apurações foram constatados que as duas empresas investigadas sempre ganhavam licitações para elaborar concursos públicos municipais a partir de editais direcionados. 

Mais de 50 policiais civis, bem como Promotores de Justiça e auditores do TCE-PI realizam as diligências. Participam ainda da operação o Ministério Público de Cocal, promotores membros do GAECO, a Diretoria de Inteligência da Policia Civil, Polinter, GRECO, DEPRE, Delegacia de Crimes Cibernéticos, a Gerência de Polícia Especializada (GPE), e auditores do Tribunal de Contas do Estado.

A denominação da operação tem relação com o nome de fantasia de uma dessas empresas investigadas.