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Polícia investiga vazamento de fotos íntimas de mais de 60 pessoas em Teresina

Conteúdo está viralizando nas redes sociais desde sexta-feira (17)

A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) vai abrir um inquérito para investigar o vazamento de fotos íntimas de mais de 60 pessoas em grupos de WhatsApp e no Twitter. O conteúdo está viralizando nas redes sociais desde a tarde de sexta-feira (17). As vítimas são de Teresina e tiveram suas fotos coletadas do Grindr, aplicativo de relacionamento gay. 

Fotos foram coletadas do aplicativo Grindr e compartilhadas nas redes (Foto: ilustrativa)

Ao Portal AZ, uma das vítimas do caso, o estudante de Direito, Nayro Rodrigues, de 22 anos, informou que já registrou um Boletim de Ocorrência e que está aguardando o início das investigações para encontrar o responsável por vazar as fotos íntimas nas redes sociais. As fotos abaixo foram publicadas com autorização da vítima.

O estudante Nayro Rodrigues foi uma das vítimas do caso (Fotos: reprodução Instagram)

“As fotos que vazaram não estavam publicadas. Durante as conversas, você acaba trocando fotos mais íntimas, mas é privado. Essa pessoa que fez isso coletou diversas imagens e criou meio que um catálogo com foto de rosto e os nudes. Mais de 60 pessoas já tiveram suas intimidades expostas em grupos de WhatsApp. Eu e outras vítimas estamos num grupo colhendo as informações e iremos na polícia para que o caso seja investigado o mais rápido possível”, contou.

Nayro relatou ainda que muitos amigos lhe procuraram para informar que suas fotos íntimas estavam circulando nas redes sociais. “Eu não fazia ideia do que estava acontecendo, eu só tive conhecimento na noite de sexta, mas aí as fotos já estavam em tudo quanto é grupo. É uma pena que isso seja compartilhado tão rápido, mas não tem o que fazer, só quero justiça e que a pessoa que fez isso seja penalizada o mais rápido possível”, completou.

Repercussão 

No instagram, a blogueira piauiense Rainha Matos publicou o caso com a seguinte descrição: "A população homossexual de Teresina no Piauí está em pânico, uma pessoa, pelo visto muito doente, passou quase 1 ano juntando nudes de centenas de rapazes que conheceu no aplicativo Grindr e hoje começou a vazar as fotos íntimas com o nome das pessoas e suas respectivas fotos de perfil mostrando o rosto! O desespero está geral na cidade, hoje foi divulgado somente rapazes que moram na zona leste da capital, mas a promessa de quem vazou as fotos íntimas é vazar de todas as zonas da capital! Muita gente está sem saber o que fazer e um rapaz já atentou contra a própria vida hoje", postou. 

Comentário de Nayro no perfil da Rainha Matos no Instagram (Foto: reprodução)

Nayro foi um dos seguidores que comentou a publicação da Rainha Matos e confirmou que é uma das vítimas dos compartilhamentos. "Sou vítima do tal dossiê que viralizou nas redes sociais, no entanto já estou tomando as devidas providências cabíveis ao caso, e peço quem também for vítima que faça sua parte, pois fomos vítimas de um crime virtual, crime previsto no artigo 218-C do Código Penal", disse.

O Portal AZ procurou o delegado Anchieta Nery, responsável pelo caso, mas até o fechamento desta matéria ele não atendeu as ligações. 

A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) vai abrir um inquérito para investigar o vazamento de fotos íntimas de mais de 60 pessoas em grupos de WhatsApp e no Twitter. O conteúdo está viralizando nas redes sociais desde a tarde de sexta-feira (17). As vítimas são de Teresina e tiveram suas fotos coletadas do Grindr, aplicativo de relacionamento gay. 

Fotos foram coletadas do aplicativo Grindr e compartilhadas nas redes (Foto: ilustrativa)

Ao Portal AZ, uma das vítimas do caso, o estudante de Direito, Nayro Rodrigues, de 22 anos, informou que já registrou um Boletim de Ocorrência e que está aguardando o início das investigações para encontrar o responsável por vazar as fotos íntimas nas redes sociais. As fotos abaixo foram publicadas com autorização da vítima.

O estudante Nayro Rodrigues foi uma das vítimas do caso (Fotos: reprodução Instagram)

“As fotos que vazaram não estavam publicadas. Durante as conversas, você acaba trocando fotos mais íntimas, mas é privado. Essa pessoa que fez isso coletou diversas imagens e criou meio que um catálogo com foto de rosto e os nudes. Mais de 60 pessoas já tiveram suas intimidades expostas em grupos de WhatsApp. Eu e outras vítimas estamos num grupo colhendo as informações e iremos na polícia para que o caso seja investigado o mais rápido possível”, contou.

Nayro relatou ainda que muitos amigos lhe procuraram para informar que suas fotos íntimas estavam circulando nas redes sociais. “Eu não fazia ideia do que estava acontecendo, eu só tive conhecimento na noite de sexta, mas aí as fotos já estavam em tudo quanto é grupo. É uma pena que isso seja compartilhado tão rápido, mas não tem o que fazer, só quero justiça e que a pessoa que fez isso seja penalizada o mais rápido possível”, completou.

Repercussão 

No instagram, a blogueira piauiense Rainha Matos publicou o caso com a seguinte descrição: "A população homossexual de Teresina no Piauí está em pânico, uma pessoa, pelo visto muito doente, passou quase 1 ano juntando nudes de centenas de rapazes que conheceu no aplicativo Grindr e hoje começou a vazar as fotos íntimas com o nome das pessoas e suas respectivas fotos de perfil mostrando o rosto! O desespero está geral na cidade, hoje foi divulgado somente rapazes que moram na zona leste da capital, mas a promessa de quem vazou as fotos íntimas é vazar de todas as zonas da capital! Muita gente está sem saber o que fazer e um rapaz já atentou contra a própria vida hoje", postou. 

Comentário de Nayro no perfil da Rainha Matos no Instagram (Foto: reprodução)

Nayro foi um dos seguidores que comentou a publicação da Rainha Matos e confirmou que é uma das vítimas dos compartilhamentos. "Sou vítima do tal dossiê que viralizou nas redes sociais, no entanto já estou tomando as devidas providências cabíveis ao caso, e peço quem também for vítima que faça sua parte, pois fomos vítimas de um crime virtual, crime previsto no artigo 218-C do Código Penal", disse.

O Portal AZ procurou o delegado Anchieta Nery, responsável pelo caso, mas até o fechamento desta matéria ele não atendeu as ligações.