Fifa aprova duas rodadas triplas nas Eliminatórias sul-americanas; Comissão da Câmara recomenda que plenário rejeite PEC do Voto Impresso
Fifa aprova duas rodadas triplas nas Eliminatórias sul-americanas; Comissão da Câmara recomenda que plenário rejeite PEC do Voto Impresso
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) aprovou que as datas de setembro e outubro voltadas às Eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2022 (Catar) abriguem seis rodadas do torneio, e não quatro, como inicialmente agendado. A medida atende a um pedido da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), que pretende realizar, neste período, os jogos marcados para março deste ano que foram adiados devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).
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Os duelos postergados são referentes à quinta e à sexta rodadas. Os adversários do Brasil são, respectivamente, Colômbia (fora, no estádio Metropolitano de Barranquilla) e Argentina (casa, na Arena de Pernambuco, em Recife).
A tabela original da Conmebol prevê jogos entre 2 e 9 de setembro e 7 e 12 de outubro. Neste primeiro intervalo, o Brasil encara Chile (fora) e Peru (casa). No segundo, pega Venezuela (fora) e Uruguai (casa). Para contemplar uma partida extra em cada janela, serão incluídos dois dias ao período em que os jogadores ficam à disposição das respectivas seleções. A entidade continental ainda não divulgou o calendário com as rodadas triplas.
“A adição destes dois dias garante descanso e tempo de preparação suficientes entre as partidas, considerando as distâncias viajadas para e dentro da América do Sul e garantindo o bem-estar do jogador, mitigando as consequências negativas de um calendário mais intenso, ao mesmo tempo que assegura uma competição justa, com rápido retorno dos jogadores a seus clubes”, argumentou a Fifa em nota oficial.
O Brasil lidera as Eliminatórias com seis vitórias em seis jogos e 100% de aproveitamento. Argentina, Equador e Uruguai completam a zona de classificação direta à Copa do Mundo, enquanto a Colômbia, que figura na quinta posição, disputaria, neste momento, a repescagem.
Comissão da Câmara recomenda que plenário rejeite PEC do Voto Impresso
A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que torna obrigatório o voto impresso, aprovou nesta sexta-feira (6), por 22 votos a 11, o parecer do deputado Raul Henry (MDB-PE) que recomenda que o plenário rejeite o texto.
“A população brasileira, depois de 25 anos da utilização da urna eletrônica, reconhece e testemunha a conquista que ela representa”, justificou Henry. “Diferentemente do período em que o voto era em papel, não há nenhuma confirmação de uma única fraude nesse período”
Em seu parecer, Henry listou motivos contrários à PEC 135/19, como o risco potencial de fraudes com a manipulações de comprovantes em papel, empecilhos derivados do acoplamento de impressoras em urnas eletrônicas e efeitos diversos sobre o processo eleitoral e os partidos.
Após a publicação do parecer da comissão especial e decorridas duas sessões, a PEC 135/19 poderá ser apreciada pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Serão necessários pelo menos 308 votos favoráveis, em dois turnos, para a aprovação do texto, que será analisado pelo Plenário em sua versão original.
O texto original da PEC, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), determina que o registro de votos em eleições, plebiscitos e referendos será “obrigatória a expedição de cédulas físicas conferíveis pelo eleitor”. A justificativa apresentada pela deputada é permitir eventuais auditorias.
Pouco antes da reunião da comissão, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) anunciou em um pronunciamento que a decisão sobre a PEC 135/19 será tomada pelos parlamentares e que a proposta será levada para votação no plenário da Câmara.
Fiocruz entrega mais 1 milhão de doses ao Ministério da Saúde
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou ontem (6) mais 1 milhão de doses da vacina AstraZeneca ao Ministério da Saúde. A entrega desta sexta-feira vai reforçar o Programa Nacional de Imunizações (PNI), sendo dividida por todas as unidades da federação.
Do total distribuído nesta sexta-feira, 87.250 doses serão liberadas diretamente para o estado do Rio de Janeiro, garantindo a continuidade do programa de vacinação local, que chegou a ser interrompido recentemente, por falta de vacinas.
Com esta remessa, a Fiocruz alcança a marca de 81,5 milhões de vacinas disponibilizadas ao PNI, sendo 77,5 milhões produzidas pela fundação e 4 milhões importadas prontas do Instituto Serum, da Índia.
Fonte: Agência Brasil
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