OAB Piauí recebe ação do #MeninasOcupam; Agressões contra crianças e adolescentes chegam a quase 120 mil
OAB Piauí recebe ação do #MeninasOcupam; Agressões contra crianças e adolescentes chegam a quase 120 mil
A OAB Piauí recebe hoje, às 11h, mais uma ação do projeto #MeninasOcupam, realizado mundialmente pela ONG Plan International. Durante a atividade, uma adolescente ocupará, por um dia, o cargo de Advogada, e será acompanhada pelo Presidente da OAB Piauí, Celso Barros Coelho Neto, e pela Presidente da Comissão da Mulher Advogada (CMA), Dalva Fernandes.
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“É com muita alegria e entusiasmo que a Comissão da Mulher Advogada vai participar desta ocupação simbólica, onde a adolescente poderá pensar, desejar e se imaginar ocupando esse lugar de tanta representatividade. Queremos reforçar que as mulheres podem ocupar qualquer espaço, basta ter persistência e seguir firme nos seus objetivos”, ressaltou Dalva Fernandes.
De acordo com Aline Xavier, Coordenadora da Unidade de Programas de Teresina, esse é um momento importante para destacar que as meninas podem estar nesses espaços de liderança e decisão. “Essa iniciativa traz, em si, a possibilidade de mostrar à sociedade toda a potência das meninas, dando visibilidade às barreiras que elas enfrentam para acessar os seus direitos e buscando engajar os tomadores de decisão em vista de um mundo justo e igualitário”, comentou.
Sobre a Plan International
A Plan International é uma organização humanitária e de desenvolvimento não governamental e sem fins lucrativos, que promove os direitos das crianças e a igualdade para as meninas. A pobreza, violência, exclusão e discriminação ainda são problemas sociais que mais afetam no mundo, por isso, a ONG atua para proteger os direitos de meninas em situação vulnerável.
A ONG chegou ao Brasil em 1997 e, desde então, vem se dedicando a garantir os direitos e promover o protagonismo das crianças, adolescentes e jovens, especialmente meninas, por meio de seus projetos, programas e ações de incidência e de mobilização social.
Presidente da Fifa volta a defender Copa do Mundo a cada dois anos
Uma Copa do Mundo realizada a cada dois anos não vai diluir a magia do torneio, já que a periodicidade não teria influência em sua qualidade e prestígio, afirmou o presidente da Fifa, Gianni Infantino.
A Fifa, entidade que comanda o futebol mundial, está conduzindo um estudo de viabilidade sobre as questões práticas que envolveriam a realização de uma Copa do Mundo a cada dois anos, uma proposta que foi recebida com críticas ferozes por várias confederações, clubes, jogadores e grupos de torcedores.
“Uma Copa do Mundo com 48 equipes [a partir de 2026] já foi decidida. Se ela acontecerá a cada dois ou quatro anos, isso está em processo de avaliação”, declarou Infantino à imprensa em Israel.
“Definitivamente acredito em termos mais eventos prestigiosos, seja a Copa do Mundo ou qualquer outra coisa [...] precisamente porque ser um torneio mágico talvez seja a razão para acontecerem com mais frequência”, afirmou o dirigente.
“O prestígio de um evento depende de sua qualidade, não de sua frequência. Temos o Super Bowl todo ano, Wimbledon, ou a Liga dos Campeões todo ano, e todos ficam empolgados esperando por eles”, concluiu o presidente da Fifa.
Agressões contra crianças e adolescentes chegam a quase 120 mil
No data em que se comemora o Dia da Criança (12), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou que o Brasil alcançou a marca de 119,8 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes entre os meses de janeiro a setembro deste ano. Os números são do Disque 100. No ano passado inteiro o total de denúncias chegou 153,4 mil.
Em cerca de 66% dos casos, a agressão ocorre dentro de casa (79.872). De acordo com o levantamento, a agressão vem principalmente dos pais: 51.293 das agressões foram praticadas pela mãe e 20.296 pelo pai. O levantamento não especifica o tipo de agressão sofrido.
Especialistas apontam alguns sinais para identificar se uma criança está sendo abusada. Confira os principais deles:
"É um número muito alto. Precisamos dar um basta na violência, principalmente contra crianças e adolescentes, que são o futuro da nossa nação. Para vencer essa situação, devemos denunciar os casos, cobrar ação das autoridades responsáveis e conscientizar as famílias”, destaca a ministra Damares Alves.
O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) tem diversos canais para que qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes possa ser denunciada.
Como denunciar:
O governo federal disponibiliza diversos de canais para atendimento às vítimas do abuso infantil. Entre eles está a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, que funciona por meio do serviço Disque 100 e que conta agora com números no WhatsApp e Telegram (basta apenas digitar Direitoshumanosbrasilbot no aplicativo).
A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do governo federal tem uma cartilha com informações sobre abuso sexual. Nela constam informações como os conceitos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, mitos e verdades sobre esses crimes, métodos do agressor e perfil das vítimas.
Fonte: OAB-PI / Agência Brasil
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