Ofensivas e articulações

Ofensivas e articulações

Começaram a fazer política? É a primeira reação do entendimento contrário do que seja realmente o conceito etimológico do termo política. Aristóteles definiu política no sentido do bem comum e defesa plena da coletividade. Iniciaram-se ofensivas e articulações de sobrevivência. Isso sim é a realidade de fatos e acontecimentos. Alguma pesquisa qualitativa deve ter observado a necessidade de um arrefecimento de ânimos. O brasileiro por si só é adepto de algo mais palatável; sobretudo a elite sócio-econômico e financeira.

Ofensivas e articulações darão certo? São tentativas. Os bastidores do poder gosta de ser afagado. Bom trânsito, proximidade, conversa ao pé do ouvido, visitas, considerações que a longo prazo trará resultados. E a curto e médio prazo? Corresponderão às ofensivas e articulações? É a “moeda” que estão acostumados. Às vezes até julgamos errado; sabia? Muitos que estão na política habituaram-se à cortesia e gostam de serem escutados/ouvidos. É difícil acreditarem; mas muitos que cercam os poderes nem sempre pensam apenas em dinheiro; sabiam? Ofensivas e Articulações podem dar certo!

Em outras palavras significa que o poder requer certo período de adaptações? Não necessariamente. Não tem um ditado: a vida é um grande jogo. Pra grande maioria a vida não é apenas isso; mas muitos acreditam que a vida é só isso. O recuo de alguns passos é importante. Certo mesmo é que a pressão que não cessará é a ideológica. Uma coisa é a crítica política e a opinião sobre algo; outra coisa é o respeito mútuo. Combater o bom combate é muito importante; saber ganhar a guerra é mais importante ainda. Eis a realidade. Governar não é nada fácil. E por isso requer ofensivas e articulações contínuas.

E o risco que se corre? Aumenta. Lógico que aumenta consideravelmente. Trabalhar com pessoas requer aprendizado e maturidade. E a ordem? E a disciplina? E a concentração de comando? São importantes. Agora chega o momento da percepção da “corda esticada”. Tem uma “música” em Brasília que tem seu ritmo? A História já deu provas que esse pessoal que conduz a “orquestra” é realmente perigoso. Não brinca em serviço não. São capazes de tudo? Você tem dúvidas disso? Nunca é bom arriscar muito!

Ofensivas e articulações faz parte do bom senso. A grande massa não tem o acesso que imaginaram ter. O principal alvo das multidões é a sobrevivência. Mas o Estado não é “o monstro jurídico”? Mas até mesmo pra ser vencedor o Estado e a sua força tem o seu limite. Antes da lei vem a educação. Se todo mundo cumprisse contratos nós não teríamos a justiça abarrotada? A crítica veemente pode cessar depois das ofensivas e articulações. E porque motivo? À medida que o governo cede; ficará visível a implicância e conseqüentemente o prejuízo de imagem pode ser enorme pra uma perseguição contínua!

Toda live do Presidente vira motivo de distorções? Como a comunicação social do governo vai melhorar? Pessoas de bom senso estão atuando em todas as frentes. Qual o principal objetivo? Contemplar o máximo possível de segmentos com paciência e tranqüilidade. Ofensivas e articulações que levam em conta a coletividade são válidas. E a barganha? O Brasil não tem mais espaço pra isso. O sofrimento da população não suporta!  

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