O que dá sentido a nossa vida?
O que dá sentido a nossa vida?
O tesouro escondido diz o Jesuíta Papa Francisco. Já leu a Sagrada Escritura hoje? Sabia que o livro de apocalipse tem apenas vinte e dois capítulos. Terminamos mais uma leitura completa da Bíblia. Quer não ser enganado? Leia a Sagrada Escritura de Gênesis ao Apocalipse. Seu prefeito ou governador ler a Sagrada Escritura diariamente? Devem achar que é perca de tempo? Em que acordam pensando? Confiam apenas e somente em suas articulações racionais?
No Ângelus de hoje, dia 26 de julho de 2020 O Jesuíta Papa Francisco diz: Jesus é o tesouro escondido que dá sentido a nossa vida. “Jesus, que é o tesouro escondido e a pérola de grande valor, só pode suscitar alegria, toda a alegria do mundo: a alegria de descobrir um sentido para a própria vida, a alegria de senti-la comprometida com a aventura da santidade”. Comentando duas parábolas sobre o Reino dos Céus contidas no Evangelho deste XVII Domingo do Tempo Comum o Jesuíta Papa Francisco é bem enfático; Jesus Cristo é o sentido!
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XVII Domingo do Tempo Comum - Pe. Cesar Augusto dos Santos, SJ
Até onde somos capazes de renúncias, mudanças de vida, despojamento por causa do Reino, por causa de justiça? Na primeira leitura extraída do Primeiro Livro dos Reis, fica muito claro a sabedoria de Salomão não apenas pelo conteúdo de sua oração, mas pelo modo como se dirige a Deus. No seu modo de falar com o Senhor, fica explícita sua humildade e a consciência de seu lugar: apesar de rei, diante de Deus ele é servo. Ele também demonstra sabedoria ao não se sentir proprietário do povo, mas condutor do rebanho que pertence a Deus. Finalmente ele pede sabedoria para praticar a justiça. Deus não só aceita a oração de Salomão, mas o abençoa com o dom do discernimento em um coração sábio e inteligente. A parábola de Mateus apresentada hoje pela liturgia, termina com o relato do discernimento feito pelos pescadores que “recolhem os peixes bons nos cestos e jogam fora os que não prestam.” Jesus, ao falar do Reino dos Céus o comparou a “uma rede lançada ao mar e que apanha todo tipo de peixe”. Nossa atitude em relação ao Reino, aos seus valores, nos identificará como bons ou não. Até onde somos capazes de renúncias, mudanças de vida, despojamento por causa do Reino, por causa de justiça? A segunda leitura nos fala de nossa predestinação à felicidade plena. Deus nos criou para sermos salvos, para agirmos neste mundo em favor da justiça e da paz, como cidadãos do Reino que virá, ou melhor, que já está instaurado neste mundo através da ação dos homens de boa vontade, daqueles que são imagem de Deus. Concluindo, podemos tirar para nossa vida que a sabedoria, o discernimento estão presentes no coração daqueles que se sentem servos diante de Deus e dos irmãos, daqueles que possuem e lutam pelos valores do Reino, daqueles que lutam pela justiça e pela paz. Esses confirmam a predestinação para o Céu, pois são no mundo imagem e semelhança de Cristo. - Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XVII Domingo do Tempo Comum – VaticanNews.
O que move o coração dos seres mentirosos e inescrupulosos? O que eles mais falam ao conceder suas entrevistas? Porque os políticos não expressam corajosamente a crença em Deus? Não é falar de forma hipócrita e cinicamente sorrindo como fazem. Estamos falando do não roubar e não deixar roubar. Reza uma História Jesuítica que certo político Europeu quase não falava no nome de Deus; mas em gestos era um homem verdadeiramente de Cristo Jesus!
“Timor Dei initium dilectionis eius; fides autem initium adhaesionis ei”. (Eclo 25,16)