Os pequenos enganos de cada dia
Os pequenos enganos de cada dia
Quem não se sente enganado todos os dias? Você vai ao mecânico muitas vezes o serviço cobrado não equivale ao que contratou? Você contrata um pedreiro e a obra não anda? E os problemas de água, luz, telefone e internet? O brasileiro tem que realmente ter muita fé. Os pequenos enganos de cada dia que cada pessoa sofre vão desfinhando a pessoa. E quem engana já se acostumou a enganar? Sabe que nunca será punido. E tem mais pra você tem um serviço feito tem que praticamente adular a pessoa. E o lidar com a burocracia estatal? Tem gente que tem o salário e “complementa” com outras coisas?
A vida tem que seguir independentemente dos pequenos enganos de cada dia. Quem se preocupa com as noções de Deus e inferno? Praticamente mais ninguém. Tem gente que anda nas Igrejas e não acredita em Deus já dizia o excelente amigo Dom Celso José Pinto da Silva. O viver o dia passou a ser a tônica da grande maioria das pessoas. Você começa o dia e nunca sabe quando e como ele vai terminar? E tem mais: faça de tudo pra não depender de terceiros; se descobrirem seu calcanhar de Aquiles você está ferrado!
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Seja firme e não perca a fé. Hoje é dia de Santo Egídio. De eremita a abade. O túmulo de Egídio, venerado em uma abadia, na região francesa de Nîmes, remonta, provavelmente, à época merovíngia, embora a sua inscrição não seja anterior ao século X, data em que foi composta a Vida do santo abade, permeada de prodígios. Parte-se daqui, para se tentar reconstruir a vida de Egídio, cuja lenda mais popular indica que tenha vindo de Atenas, para viver como eremita, em um bosque junto à foz do rio Ródano, na França meridional, a fim de se entregar, com maior dedicação, ao serviço de Deus; transcorria o tempo em oração, vivendo com austeridade; nutria-se de ervas, raízes e frutos selváticos; dormia na terra nua e seu travesseiro era uma rocha. Enternecido por sacrifícios, o Senhor Deus teria mandado a Santo Egídio uma cerva, para fornecer-lhe leite, todos os dias.
Entretanto, durante uma caça, o eremita foi descoberto por Flávio, rei dos Gotos, que se simpatizou por ele. De fato, por erro, o soberano lançou uma flecha contra a cerva, mas feriu o Santo, que se encontrava ao lado do animal que abrigava. Entre os dois nasceu uma amizade; o rei, que havia ficado comovido pelo ocorrido, decidiu oferecer a Egídio certa extensão de terra para construir uma abadia. Ali, o anacoreta, em troca da solidão, inevitavelmente perdida, teve a satisfação de ver crescer uma comunidade ativa de monges, da qual foi diretor espiritual até a sua morte, em 1° de setembro de 720. O mosteiro recebeu o nome de “Abadia de Saint-Gilles”. Junto com seus monges, Santo Egídio construiu uma grande obra de evangelização e civilização da região, atual Languedoc. Lavrou a terra, fertilizou os campos, até então incultos, abriu caminhos comerciais e, sobretudo, pregou o Evangelho, convertendo os pecadores e levando a fazer penitência.
Chegou setembro. O mês da Sagrada Escritura. Incrível como a Bíblia fala muito de enganos. O povo vivia, vive e continua vivendo enganado? Quem é esse povo? Todo aquele que pretende trilhar o caminho do bem; o caminho da justiça; o caminho do amor e da concórdia. Neste mundo os abastados vivem em um mar de Rosas? É o caminho fácil!