Livro de sabedoria

Livro de sabedoria

Sabedoria é o que todos os bons Cristãos devem pedir a Deus. A oração sempre deve ser feita em forma de agradecimento. Nosso Senhor Jesus Cristo não é uma loja; onde possamos ir a qualquer momento e fazer pedidos. Acordou bem? Sua saúde está ótima? Porque não reconhecer sabiamente o que Deus faz todos os dias por nós? Deus é bom e fiel e reconhecer publicamente isso é sinônimo de Sabedoria. Muitos intelectuais deveriam vir a público agradecer o que Deus faz por todos eles no seu dia a dia. Em forma de agradecimento aconteceu ontem a despedida do antigo diretor do Colégio Diocesano; o Padre Vicente Zorzo, SJ. Excelente Jesuíta e que estará deixando a missão Piauí e parte pra outra missão no Brasil. O novo diretor geral já é o Irmão Marcos Epifanio Barbosa Lima, SJ e já assumiu como novo Diretor Geral dos Colégios Diocesano e Diocesano Infantil.

Qual a razão de tecer sempre elogios públicos aos Jesuítas? É a banda boa da Igreja Católica Apostólica Romana. São homens sempre dispostos a servir realmente a Cristo. A banda podre da Igreja continua fazendo estragos irreversíveis na vida moral dos fiéis. Eis a realidade atual. Afinal o que fala o livro de Sabedoria? De acordo com a estudiosa Maria Antônia Marques essa obra foi escrita em grego, no final do séc. I a.C., na colônia judaica de Alexandria. O título do livro aponta para a “Sabedoria” como o tema principal. De fato, na primeira parte, o autor destaca a importância da Sabedoria como caminho para a justiça e a vida (cf. Sb 1,1-6,21). Na parte central do livro, há uma descrição da origem e da natureza da Sabedoria (cf. Sb 6,22-9,18); na última parte, o autor faz um resgate da ação da Sabedoria na história (cf. Sb 10-19). Lutero foi um grande sábio e pedia sabedoria a Deus!

Contudo, o tema central do livro é a justiça, que está intimamente relacionada com a Sabedoria. Desde o primeiro versículo, lemos: “Amem a justiça, vocês que julgam a terra” (Sb 1,1), pois “a justiça é imortal” (Sb 1,15). O tema da justiça perpassa todo o livro: “Vestirá a justiça como couraça e usará como capacete um julgamento que não se pode subornar” (Sb 5,18); “Conhecer-te é a justiça perfeita, e reconhecer teu poder é a raiz da imortalidade” (Sb 15,3). Ao ler os textos relacionados à justiça, constata-se que os justos, mencionados 27 vezes no livro da Sabedoria, sofrem, resistem e gritam por justiça e julgamento contra os ímpios (14 vezes), também chamados de injustos (6 vezes): “Vamos oprimir o pobre e o justo [….] Vamos submeter o justo a insultos e torturas, para sabermos de sua serenidade e avaliarmos sua resistência” (Sb 2,10.19); “Então o justo estará de pé, cheio de coragem, diante daqueles (ímpios) que o oprimiram e lhe desprezaram os esforços” (Sb 5,1). O teólogo João Calvino foi excelente sábio e pedia sabedoria a DEUS!

Qual a razão de muitos políticos confiarem em suas próprias forças e não mais pedirem sabedoria a Cristo Jesus? Será se não é por que vivem cercados de homens que não temem mais a Deus? Muitos assessores provocam um verdadeiro estrago na vida de governantes ao proporem que vejam as religiões apenas como sustentáculo de poder. Mas Deus não é diferente de religião? E quem disse o contrário. Mas as Igrejas sérias e genuinamente cristãs rezam e oram pelas autoridades. Qual a razão dos políticos não terem sabedoria suficiente pra governarem com a Sabedoria advinda de Deus? Político que ganha a sabedoria que vem de Deus governa com justiça e equidade e não com inescrupulosos!

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