Reforma no ministério vai esperar Lula voltar da África
Enquanto tiver viagem internacional na agenda - e tem - Lula vai “cozinhando o galo”
Cadê a reforma?
Ficou em “banho maria” a reforma ministerial anunciada para ontem por causa da viagem de Lula para a reunião dos Brics.
Enquanto tiver viagem internacional na agenda - e tem - Lula vai “cozinhando o galo”.
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Eles já sabem
Mas o problema já está a meio caminho de resolução. Os deputados dos partidos que apoiavam Bolsonaro já sabem que ministérios irão pegar.
Falta Lula entregar o Ministério do Desenvolvimento Social para o PP e dizer para onde o senador Wellington Dias vai.
Fica de fora
Ciro Nogueira, que muitos acham que blefa, está fazendo jogo, já avisou que o parlamentar que ocupar a base do governo será excluído das pautas do partido.
Fufuca, do Maranhão, para pegar a boquinha no MDS é capaz de aceitar.
Fragilidade
Parafraseando Lula, “nunca na história deste país”, um governo fechou acordo com partido pela metade. Ou seja, como Lula está fazendo, dá ministério para ter apoio de poucos nos partidos.
Nos calos de Mão Santa
Até que enfim, apareceu um vereador de Parnaíba que não está na folha das condescendências de Mão Santa. O vereador André Neves cobra transparência do prefeito sobre gastos com shows.
O vereador chega a enumerar produtos, como medicamentos, que faltam para o povo.
Errou de endereço
André Neves deve apertar o secretário de Finanças, Gil Borges, que é quem paga.
Mão Santa e Gracinha dão apenas a ordem de pagar.
Divagando…
Depois do circo em que transformou o ambiente da CPMI, o hacker Walter Delgatti não convenceu a Polícia Fedeal nesse seu último depoimento.
Operação Topique
A Justiça Federal do Piauí tornou réus a ex-prefeita de Esperantina Vilma Carvalho Amorim e mais cinco, entre eles o famoso Luís Carlos, em ação
criminal por conta dos negócios mal feitos na área do transporte escolar.
Olha eles aí
Foram denunciados Luiz Carlos Magno Silva, considerado líder do grupo, Rodrigo José da Silva Junior, Isabela Dimitri Rodrigues Morais, Suyana Soares Cardoso, Vilma Carvalho Amorim, Elisabete Silva de Aguiar e Aquiles Lima Nascimento.
O modus operandi
Assim como fizeram na área da Secretaria estadual de Educação na gestão da hoje conselheira Rejane Dias, eles forjavam cotações de preço para superfaturar o valor dos contratos e fraudar as licitações para que as empresas controladas pelo líder do grupo vencessem o certame.
Isolando os outros
Segundo o MPF, autor da denúncia, Luís Carlos e a quadrilha excluíam as demais empresas concorrentes da licitação. “Após conseguirem superfaturar os contratos, as empresas subcontratavam o serviço de transporte com motoristas locais, atuando como meras intermediárias entre o poder público e os reais prestadores de serviço”, destaca o MPF
Rejane e a Topique
Parece que as coisas começam a complicar para o lado de Rejane Dias na Operação Topique.
Ontem, o GP1 divulgou que o ex-secretário de Educação Helder Jacobina “jogou areia no ventilador” ao se defender no processo aberto sobre a rumorosa corrupção denunciada na gestão dele - e da atual conselheira.
“Foi ela”
“Jacobina afirmou que exerceu o cargo de secretário por apenas três meses em 2015, e que os contratos investigados foram assinados pela ex-secretária Rejane Dias, atual conselheira do Tribunal de Contas do Estado”, destacou o GP1.
Deslocamento do processo
Diz mais o portal GP1: “Ao final, {Jacobina} defendeu o desdobramento da ação e o envio dos autos à Justiça Estadual ao afirmar que os recursos para o pagamento dos contratos foram provenientes do tesouro estadual”.
O rapaz, que era o menino faz tudo da então poderosa primeira dama, quer deixá-la sozinha segurando esse pepinão.