Direto da Redação: deputados e senadores são os piores avaliados
Um de cada três entrevistados considera os congressistas ruins ou péssimos
Se o Congresso fosse um estudante…
Se o Congresso Nacional fosse um estudante, há tempos estaria repetindo de ano por reprovação permanente. Nesta semana, em mais uma pesquisa a confirmar a péssima impressão que os brasileiros têm de seus parlamentares, Câmara e Senado tomaram bomba: somente 16% dos entrevistados em uma pesquisa do Instituto Datafolha disseram bom ou ótimo o trabalho de deputados e senadores.
- Participe do nosso grupo de WhatsApp
- Participe do nosso grupo de Telegram
- Confira os jogos e classificação dos principais campeonatos
Esses senhores se misturam no plenário e envergonham quem neles votou
Ruim e péssimo
Os que reprovam (ruim e péssimo) somam 33% - um de cada três entrevistados e os que consideram regular, 48%.
Nem aprova, nem desaprova
O conceito de regular, dependendo de quem recebe a avaliação, pode ser interpretado como positivo, mas em geral pode ser interpretado como “mais ou menos”, ou seja, a pessoa nem aprova nem desaprova, possivelmente nem liga para o que fazem os 513 deputados e 81 senadores brasileiros.
Cai, cai, bobão!
“Ah! Dr Pessoa, bateu na árvore ali. Mas deixa lá!”
A frase é do então candidato a vice prefeito Robert Rios quando na campanha discursava chamando o então candidato José Pessoa Leal de gigante.
Viraliza um vídeo que mostra o “gigante” batendo a cabeça na árvore e cai e até hoje convive com a cicatriz.
Factoides da senadora
Jornalista por profissão a senadora Eliziane Gama procura sempre criar factoide que dê repercussão nas mídias sociais. Agora a relatora da CPMI do 8 de Janeiro, protocolou um pedido de acareação entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e o tenente-coronel Mauro Cid, que atuou como ajudante de ordens do ex-presidente.
Não passará
Acredita-se que sabendo-se das intenções publicitárias da senadora do Maranhão, o requerimento dificilmente será aprovado.
Cadê o MP?
O acidente com o ônibus escolar da prefeitura de José de Freitas deveria despertar no Ministério Público o ânimo da investigação. Um promotor de justiça não pode ficar inerte, omisso diante de fatos parecidos que ocorrem em quase todos os municípios.
Grande comércio
Quando não são ônibus doados pelo governo federal, existem os que são entregues a políticos, que arredam de terceiros ou os compram para prestar serviços as prefeituras.
O que menos os preocupa é a manutenção desses veículos.
Sai do Google..
Até as livrarias estão tirando proveito da gafe do advogado de um réu no STF que trocou as frases nos livros O Príncipe e o Pequeno Príncipe.
“Sai do Google e vem pra livraria”, é o apelo publicitário da Leonardo da Vinci, do Rio de Janeiro.
Gol contra
Da advogada Janaína Pachoal, sobre a posição da OAB contra os advogados que atuaram na defesa dos três réus condenados no STF:
“No dia em que uma jovem advogada chora na Tribuna do STF, o Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil envia uma carta em solidariedade aos Ministros. Na condição de ex-Conselheira da OAB-SP e advogada, há mais de vinte anos, eu não compreendo. Se, eventualmente, o Presidente entendeu que os colegas erraram, deveria ter calado e não corroborado a exposição dos pares. Meu respeito aos Srs. Ministros. Minha solidariedade aos colegas.
OAB apoiou, mas o outro
A advogada Larissa Claudia de Araújo pontuou bem da tribuna do STF
“A OAB nunca se manifestou para defender a gente”.
Manifestou-se, sim. Solidarizando-se com os ministros.
Notícia contra 1
Quando as pessoas não percebem que há casos em que a publicização prejudica.
Com sentença nos couros por ter agredido a mãe e uma irmã, em 2016, em Votuporanga, o advogado Hery Katiunvinkel nunca deveria ter aceitado a incumbência de defender os acusados do 8 de janeiro.
Porque iria ter publicidade, sim. Negativa.
Notícia contra 2
E teve tanta publicidade com a besteira que disse, confundindo textos dos livros de Saint Exupery e de Maquiavel que virou meme.
E teve seu passado criminoso descoberto.
Alô, Rafael!!!!
Há muitas insatisfações de funcionários da maternidade Evangelina Rosa.
Falam sobre perda de horas extras, redução de produtividade, que era paga com verba do SUS. E de perseguição aos mais humildes.
Denunciam também que a diretora eataria praticando nepotismo colocando uma prima na função que ocupava antes.