Em 2026, PT sacrificará candidaturas a governador e senador
Todo esse sacrifício é para garantir mais partidos apoiando a reeleição de Lula
Menos candidatos
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O PT deve sacrificar nomes nas disputas estaduais para governador e apoiar candidatos de centro-direita ao Senado em nome da reeleição de Lula. Pelo menos é isso que diz reportagem na edição impressa de O Globo deste domingo.
Segundo o diário carioca, “para garantir palanques fortes para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na tentativa de reeleição e nomes competitivos na disputa pelo Senado, o PT deve ter, em 2026, o menor número de candidatos a governador de sua história. A projeção é feita por dirigentes do partido, apesar de as costuras políticas ainda serem embrionárias”.
Queda progressiva
O Globo mostra que o PT vem, eleição após eleição, reduzindo o número de candidatos nos Estados.
Em 2002, ano da primeira eleição de Lula, teve 24 postulantes aos governos estaduais, caindo para 13 em 2022.
Em 2010, na primeira eleição de Dilma Rousseff, o PT teve apenas 10 candidatos nas 27 unidades da Federação.
Menos ainda
Para 2026, segundo O Globo, só três candidatos do PT são dados como certos: Rafael Fonteles (PI), Elmano Freitas (CE) e Jerônimo Rodrigues (BA), que tentam a reeleição.
No Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, já reeleita em 2022, parece não ter nome do PT para apoiar.
Marinho
O Rio Grande do Norte pode ser um bastião para a direita no Nordeste, pois lá, além do mau desempenho da governadora, está fortalecida a pré-candidatura do senador Rogério Marinho, do PL, líder bolsonarista de grande destaque no Senado.
Apoios fechados
Diz ainda O Globo que “no partido de Lula, é certa, por exemplo, a aliança com o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), na disputa pelo governo de Alagoas. Também é provável o apoio à família Barbalho no Pará. O governador do estado, Helder Barbalho, pretende lançar sua vice, Hana Ghassan (MDB)”.
Com o PSD
Diz ainda o jornal que os petistas já dão como “sacramentadas as adesões às candidaturas do senador Omar Aziz ao governo do Amazonas e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, ao governo estadual. Os dois são do PSD”.
Suicídios
Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança, em 2024 houve quatro suicídios de policiais no Piauí.
No ano anterior, zero.
Violência policial
O Piauí também registrou um aumento no número de mortes decorrentes de intervenções policiais, saindo de uma em 2023 para quatro no ano passado.
Bom, mas nem tanto
O governo do Piauí se orgulha, com certa razão, das taxas de recuperação de aparelhos celulares. Mas os números, mesmo bons, recomendam prudência na celebração.
Com base nos dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Piauí tem a melhor taxa de recuperação de celulares furtados: 1 para cada 2,7 aparelhos tirados de seus donos. Pernambuco tem taxa de 4,7; na Paraíba, 1 para 32; e no Pará, um em cada 65 casos.
Parceria estranha
O representante no Piauí do Ministério da Agricultura, o boa praça Alisson Pego, tirou foto com a esposa, de macacões brancos (até parecem astronautas), no frigorífico da Friato, em Goiás.
Anuncia que o grupo quer se instalar no Piauí.
Parceria estranha 2
Mas vem cá, como é que o Mapa, diante dessa pública relação, vai fiscalizar as atividades da Friato?
Sei não!
Ah! Fala aí!
É de dentro da sede do Mapa em Brasília que querem saber por quem foram pagas as passagens e hospedagens do casal (ou só dele).
A palavra do Lero
Sobre o áudio do vereador Lero, de existir propina no governo, a coluna mostra que a expressão “lero” tem exatamente o significado de “conversa fiada”.
A origem
O dicionário diz que Lero vem do grego, originado de Lerôs, que significa uma conversa muito informal, sem utilidade, propósito ou objetivo; conversa mole ou papo.
Ex.: Aquele discurso do prefeito foi puro lero-lero!
O que significa “deixar de lero”?
[Por Extensão] Conversa de quem se esquiva da verdade; embromação: “deixa de lero-lero e conta logo a verdade!”.
Etimologia (origem da palavra lero-lero).
Então, será que o vereador Lero não está com lero?
Lorota do índio
O Brasil registra que 30% dos brasileiros passam fome.
Mas o ministro que era para combater a fome, Wellington Dias, ainda hoje vive a lorota de tirar o país do mapa da fome.