Rafael e o Porto
Rafael falou muito no Porto de Luís Correia nessa sua última entrevista na TV.
Porto? Que Porto?
O documento
Documento oficial da “Porto Piauí” coloca em xeque a narrativa de sucesso do Porto de Luís Correia. O despacho informa que a operação-teste da embarcação KONTA II, prevista para ocorrer até 2 de agosto, não foi realizada.
O motivo
Segundo o próprio documento, faltaram as certificações exigidas para dois rebocadores com capacidade mínima de 20 toneladas-força. Sem isso, a operação não poderia ser realizada.
O teste de realidade
A Portaria da Capitania dos Portos autorizava uma única operação-teste justamente para avaliar a viabilidade da desatracação e saída de um navio carregado do Porto de Luís Correia. O prazo terminou em 2 de agosto.
Propaganda e realidade
Depois de tantos anúncios e investimentos apresentados pelo governo como demonstração da transformação econômica proporcionada pelo Porto, o fato concreto é incômodo: quando chegou a hora do teste operacional, o navio não saiu.
Investe na berlinda
O episódio coloca a gestão da Investe Piauí e da Porto Piauí sob questionamento político. Não porque o documento atribua responsabilidade pessoal a seus dirigentes, mas porque surge uma pergunta inevitável: como um projeto estratégico chegou ao teste operacional sem que uma exigência prevista pela autoridade marítima estivesse resolvida?
Incompetência?
Para setores da oposição, o episódio pode ser apresentado como símbolo de falha de planejamento e incompetência de gestão. É uma interpretação política, não uma conclusão do documento. O que o documento comprova é a não realização do teste por falta dos requisitos exigidos.
A Marinha
A Portaria foi explícita: a operação-teste não representava homologação definitiva nem reconhecimento de capacidade operacional permanente do Porto.
A campanha na mira
O Porto de Luís Correia será inevitavelmente um dos assuntos da eleição de 2026. O governo terá de transformar propaganda em números: quantos navios, quantas toneladas, quanto foi exportado e quantas operações efetivamente foram realizadas?
A pergunta que fica
Depois de todo o investimento e de toda a publicidade em torno do Porto, a oposição ganha uma pergunta simples para levar ao debate eleitoral:
O Porto está realmente operando ou ainda está sendo preparado para operar?
O fato
O governo pode explicar, justificar e anunciar novas etapas. Mas existe um documento oficial que permanecerá como registro:
a operação-teste que deveria demonstrar a capacidade de saída de um navio carregado não aconteceu.
ORAÇÃO DO DIA!
Oi, Deus! Já passei por tantas situações desafiadoras na vida, mas em nenhum momento o Senhor soltou a minha mão. Obrigado(a) por nunca me desamparar e por sempre me conduzir aos lugares que o Senhor preparou para mim. Amém! 🙏🏻
Versículo do dia:
“Passamos pelo fogo e pela água, mas agora nos trouxeste para um lugar seguro.”
(Salmos 66,12b)
BOM DIA! A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO 🙏
Modo de vida
Eita que o Pancadinha agora processa para ganhar virilidade e um troquinho a mais. Processou Antônio José Lira por difamação.
Chefe de torcida
Agora, não mais candidato a governador, Pancadinha não terá como ajudar Rafael Fonteles nos debates.
Vai daqui a sugestão para Pancadinha não perder o óbolo: aceita ser o chefe da torcida.
A lenda
Responda depressa: qual a mais conhecida lenda piauiense, sem ser o Cabeça de Cuia?
Se respondeu “é o Porto”, acertou, miserávi.
Gracinha e o prefeito
A deputada Gracinha negou que tenha agredido (fisicamente) o prefeito de Parnaíba, Emanuel.
Realmente, magrinha como é e ele bombadão, ela não teria qualquer chance.
Nessa aí, o que falta na estrutura magricela sobra na língua.
Te mete não, Francisco Emanuel.
Símbolo de gestão
O Porto Piauí foi transformado no principal símbolo da gestão Rafael Fonteles. Se justamente esse símbolo começa a demonstrar limitações operacionais tão cedo, o desgaste político tende a ser proporcional ao investimento feito na sua divulgação.
No fim das contas, a pergunta que ficará para o eleitor é simples:
Maior vitrine
Se o governo encontra dificuldades para fazer funcionar a obra que escolheu como sua maior vitrine administrativa, que confiança pode pedir ao piauiense para os próximos anos?
Essa resposta não será dada por discursos oficiais.
Será dada pelas urnas.
O caso do juíz
Até onde se sabe, nenhuma avanço em Brasília para se concluir no STJ o julgamento do juiz Valdemir, do Piauí.
Os que foram do Piauí para acompanhar o desfecho disso, torcem para após a posse no STJ.
Porque tira do caminho do juiz o ministro Mauro Campbel, que já lhe deu um conto desfavorável.
Aliás falam que tem que mais de meia dúzia de magistrados do Piauí em Brasília acompanhando o caso.
Hum hum. E quem paga essas diárias, meu senhor?