Isso mesmo. Há vinte e seis anos atrás os grandes jornais derrubavam governos e a TV aberta com apenas algumas matérias ameaçava governos e os destituía. Vinte e seis anos depois são os portais que dão as notícias em primeira mão e os canais de TV aberta servem somente pra transmitir programas religiosos e jogos de futebol. A tecnologia avança e há vinte e seis anos atrás alguém ganhava notabilidade e em apenas algumas palavras tecia meras opiniões e as mesmas se transformavam em verdade absoluta. Nos dias de internet e avanço tecnológico tudo é checado devidamente e muitas vezes quem está “plantando algo como verdade” é desmoralizado instantaneamente. Há cerca de vinte e seis anos atrás alguns eram considerados os eticamente corretos e sinônimo de integridade e 26 anos depois são adjetivados com nomes até impublicáveis por questão de respeito e ética perante os nobres leitores. Tudo muda em apenas vinte e seis anos?
Vinte e seis anos depois? O “acesso virou moda” e começaram as inversões de valores? Certo mesmo é que pouquíssimas pessoas atualmente valorizam os estudos sérios e o trabalho árduo? Há vinte e seis anos atrás também somente algumas operadoras de crédito eram conhecidas e atualmente existe uma financeira em cada esquina das cidades. Há vinte e seis anos atrás existia o domínio católico perante fatos e acontecimentos. Vinte e seis anos depois, praticamente todos os dias, surge uma nova Igreja cristã e os políticos deixaram de “adular sacerdotes e bispos”. Todos agora correm atrás dos “votos e visibilidade evangélica”. Tudo isso e muito mais soa estranho nos dias atuais? Muitos veem como avanço e uma enorme parcela da população como tudo sendo nivelado “por baixo e tirando de uns e entregando de graça pra outros”. O Brasil no ano de 2026 jamais será o mesmo? O ano de 2026 será um ano de intensos e calorosos temas?
Vinte seis anos depois? E um dos maiores líderes de uma grande Igreja Evangélica continua firme e forte e resistindo com vigor aos ataques proferidos por uma grande emissora de TV aberta? Já se passaram mais de 26 anos dos ataques, mas é como se fosse “a vinte e seis anos atrás”. E o sensacional de tudo isso é que esse grande líder hoje é dono de emissoras de Rádio e TV e sua liquidez financeira e organizacional supera a sua antiga perseguidora em organização e superávit financeiro/administrativo. O que de fato significa o ano de 2026? É o chamado ano bom. É ano eleitoral. É ano em que “correm-se rios de dinheiro” em todos os setores da economia? Ou será também o ano das maiores “mentiras eleitorais já proferidas” na história da política brasileira? Por mais que muitos digam e teimem em dizer que é apenas um novo ano; é um ano decisivo dentro do contexto das rivalidades ideológicas. Será ano da superação ou da degradação completa?
Vinte e seis anos depois? Há vinte e seis anos atrás as revistas impressas ditavam os rumos governamentais. Nos dias atuais vendem assinaturas mensais a um real e noventa e nove centavos e no cartão de crédito. Há vinte e seis anos atrás o acesso ao conhecimento e a informações privilegiadas era extremamente restrito. Nos dias atuais as bancas acadêmicas não conseguem mais diferenciar o que é um trabalho produzido “a quatro mãos” de um trabalho produzido exclusivamente através da Inteligência Artificial. Há vinte e seis anos atrás era honra ser professor de Direito e não se passava vergonha em salas de aulas? Nos dias atuais, os professores não conseguem mais diferenciar o que é certo do que é errado segundo os códigos? E ainda correm o risco de os alunos levantarem as mãos e indagarem: “professor essa lei vale pra todos ou somente para alguns”? Ave Maria! O ano de 2026 chega cheio de entusiasmo político e revigorante??