O hábito não faz o monge tem um ditado muito conhecido. A música tem o seu valor. A classic music vai além; é valor incalculável. Já experimentou acordar cedinho; bem cedinho? Depois das suas orações já tentou ouvi uma hora ininterrupta de música clássica? Meu nobre escritor tempo é ouro? E quem está dizendo o contrário? Não existe nada igual; fez a oração diária, leu a Sagrada Escritura e depois sentou-se na varanda e ouviu por uma hora ou mais o melhor da música clássica. Pra um Mundo cada vez mais pragmático chega a ser algo enlouquecedor e a primeira coisa que dizem é: tá doido. É pura perca de tempo. Mas o refletir é impagável. Quer perceber um só exemplo? Quem pensa como o trabalhador se desloca diariamente ao seu trabalho ou estudos nos dias de hoje? Escolha sempre um tema e pense bem sobre o mesmo. O deslocamento na contemporaneidade, principalmente nas cidades é algo estressante e chega a ser até mesmo a ser o propulsor determinante do dia a dia na vida das pessoas. É algo muito sério
Ouvindo música clássica? Já experimentou fazer isso pelo menos no carro, enquanto se desloca? Preste atenção no dirigir. Mas a música clássica até mesmo no ato de dirigir evita o stress. O mundo necessita cada vez mais de pessoas calmas e tranquilas. Quantas pessoas perdem a vida por açodamento ou afloramento de emoções cotidianamente? Inúmeras. Excelente formação ajuda na compreensão da vida. Quando jovem chega a ser ruim ouvir coisas do tipo: vocês acordaram, estão aqui se alimentando, depois irão pros estudos mas enquanto isso milhões não sabem nem pra onde ir ou simplesmente possuem as mínimas condições de deslocamento; os Padres Jesuítas diziam isso diariamente antes das refeições e muitas chegavam a pensar que era simplesmente sermões feito por fazer. Não é não. A vida dos latinos, dos africanos, dos brasileiros não é brincadeira não. Mas os norte-americanos e europeus tem também seus sofrimentos, só que é muito mais na ótica existencial? Certo mesmo é que qualquer povo tem suas nuances e nunca diga que é frescura ou desgosto. É o mundo cada vez mais perigoso?
Qualidade de vida é necessária. Mas é apenas pra alguns, costumava dizer Dom Celso José Pinto da Silva? Ele dizia é o seguinte; não é não. Costumava dizer que conhecia inúmeras pessoas que ganhava apenas um salário mínimo e vivia de forma organizada. O brasileiro está em uma escalada horrível de endividamento. A economia não anda. A economia não cresce. Ninguém mais acredita nos números oficiais divulgados. Mas também como um país pode crescer se o ato de governar é distribuir “dividendos com a pólvora dos outros”. Quem tem sustentado este país são os empresários e de dez que você costuma ouvir, nove estão com medo de quebrar ou “rezando” pra manter pelo menos o que possuem. O pessoal da matemática, costuma dizer que ordem é coisa muito séria. A VIDA TEM QUE TER ORDEM. Somente funciona assim. Uma paróquia desorganiza gera fiéis desorganizados. Igreja desorganizada gera dependência dos organizados e “cristãos aproveitadores de plantão”. E a música clássica?
Esse tipo de música tem que ter organização pra ouvir. A quietude não é algo a ser construído de uma hora pra outra. Pessoas agitadas passam insegurança. As falas, as vozes, o escrever, o ver e o ouvir tudo é reflexo do almejado. Quer conhecer de fato alguém? Adentre ao mundo real e não apenas ao que observa o postar. Quem ver cara não ver coração. Não tem um pessoal que vive falando em igualdade social? Certa vez, um daqueles seminaristas corajosos se expressou: professor, pare com isso; o seu carro é o mais possante do estacionamento dos professores. Somente a taxa do condomínio em que você mora daria pra manter dez alunos por aqui. O que aconteceu alguns dias depois? O rapaz corajoso sumiu das aulas e nunca mais ninguém o viu no seminário. Eita JESUS!!
Quando o mundo me afunda, a música clássica me resgata, faz do caos, compasso, da dor, silêncio. Em cada nota, reencontro o passo que quase perdi – Tiago Scheimann. A música é um dos combustíveis da minha vida e a música Clássica é parte relevante da minha essência – Flávia Abib. A vida é como um espetáculo de música clássica, ao final sempre aparecem os aplausos – José Jader