O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) teve um novo edital autorizado pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), com a abertura de 9.580 vagas em um processo seletivo iminente. A divulgação ocorreu por meio de publicação no Diário Oficial da União (DOU), visando atender a uma necessidade temporária de interesse público relacionada à realização de pesquisas estatísticas.
No momento, as 9,5 mil vagas estão autorizadas e serão destinadas a dois cargos de nível médio: Agentes de Pesquisas e Mapeamento (APM) e Supervisores de Coleta e Qualidade (SCQ). O lançamento do processo seletivo deve ocorrer dentro de seis meses, ou seja, até fevereiro de 2026, conforme a nova Portaria do MGI.
Os editais estão divididos em dois, um para APM e outro para SCQ, aguardando apenas a definição da banca organizadora responsável por elaborar as regras, receber inscrições e conduzir as etapas do processo seletivo. As empresas interessadas já submeteram seus lances, e a divulgação dos vencedores está pendente.
O processo seletivo do IBGE ofertará 9.580 vagas para profissionais de nível médio, divididas em 8.480 para Agente de Pesquisas e Mapeamento e 1.100 para Supervisor de Coleta e Qualidade. As remunerações médias previstas são de R$ 2,6 mil e R$ 3,3 mil, respectivamente, com expectativa de inscrição de mais de 145 mil candidatos para APM e 89 mil para SCQ.
É provável que seja cobrada uma taxa de inscrição em torno de R$ 40,00 para cobrir os custos da banca organizadora, conforme o estudo técnico da seleção.
O termo de referência do processo seletivo indica que os candidatos serão avaliados por uma prova objetiva, ainda sem a divulgação dos conteúdos programáticos. Espera-se que a avaliação inclua disciplinas como Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico-Matemático, Ética no Serviço Público, Noções de Administração, Informática e Conhecimentos Específicos.
Os concorrentes deverão responder a 60 questões objetivas, que poderão ser de múltipla escolha, variando de acordo com o modelo adotado pela banca organizadora selecionada. A fase de análise de títulos não está prevista no termo de referência, assim como um curso de formação para os aprovados, que pode ser conduzido pelo próprio Instituto contratante.