O início de 2026 tem sido marcado pelo aumento da procura por veículos elétricos e híbridos no Brasil, impulsionado pela busca por economia, tecnologia e sustentabilidade. Nesse cenário, o sistema de venda direta tem ganhado força ao permitir que públicos específicos adquiram automóveis com descontos e benefícios fiscais, tornando os modelos eletrificados mais acessíveis e atrativos.
A venda direta é um formato em que o veículo é faturado diretamente pela montadora ao comprador final, garantindo condições especiais que não costumam estar disponíveis nas negociações tradicionais em concessionárias. Entre os principais públicos contemplados estão pessoas com deficiência (PcD), taxistas, produtores rurais e empresas com CNPJ, incluindo micro e pequenos empreendedores.
Para pessoas com deficiência, o modelo assegura isenções de impostos como IPI e, em alguns casos, ICMS, além de preços diferenciados. Taxistas também podem contar com incentivos fiscais que tornam a substituição do veículo mais viável para quem depende do automóvel como ferramenta de trabalho. Já produtores rurais e empresas encontram vantagens nos descontos diretos no valor final e em facilidades no faturamento.
Segundo Emerson Rocha, gerente da BYD Carmais Teresina, a procura cresce especialmente no início do ano, período em que consumidores reorganizam o orçamento e planejam a troca de carro. Ele destaca que muitos se surpreendem ao descobrir que têm direito à venda direta e podem economizar valores relevantes, principalmente ao considerar veículos elétricos, que oferecem economia no uso diário.
Além do preço inicial reduzido, carros elétricos e híbridos apresentam baixo custo de manutenção, dispensando itens como óleo e correias, e reduzem os gastos com combustível, reforçando o custo-benefício ao longo do tempo.