População invade redes sociais da Águas de Teresina por falta de água há dias

Teresina vive um colapso no abastecimento de água
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)
Reclamações dos moradores (Foto: Reprodução)

A crise no abastecimento de água em Teresina voltou a provocar revolta da população e uma enxurrada de reclamações nas redes sociais da concessionária Águas de Teresina. Moradores de diversos bairros denunciam estar há dias sem água nas torneiras, situação que tem afetado atividades básicas do dia a dia e gerado forte indignação entre consumidores.

Na última sexta-feira, a concessionária informou, por meio de suas plataformas digitais, a realização de uma manutenção emergencial em uma das adutoras do sistema de abastecimento da capital. Inicialmente, a previsão era de que o fornecimento fosse normalizado ainda no mesmo dia. Posteriormente, o prazo foi estendido para o sábado. No entanto, mesmo nesta segunda-feira, continuam as reclamações de moradores relatando a persistência da falta d’água em suas residências.

Nas redes sociais da empresa, multiplicam-se comentários de consumidores cobrando uma solução definitiva para o problema. Muitos afirmam que a interrupção no abastecimento já se tornou recorrente em diferentes regiões da cidade e criticam a ausência de respostas efetivas da concessionária. Há ainda queixas relacionadas ao atendimento disponibilizado pela empresa, com usuários relatando dificuldades para falar com atendentes humanos e alegando que os canais de comunicação funcionam praticamente apenas com respostas automáticas de robôs.

A privatização do serviço de abastecimento de água em Teresina ocorreu sob o discurso de modernização da estrutura e melhoria da qualidade dos serviços prestados à população. Entretanto, diante das sucessivas interrupções no fornecimento, moradores questionam os resultados práticos da concessão e afirmam que o cenário atual é de insegurança e desgaste para quem depende diariamente do serviço.

Outro ponto que tem gerado críticas é a ausência de posicionamento público da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado do Piauí (Agrespi), órgão responsável pela fiscalização dos serviços concedidos. Até o momento, não houve manifestação oficial sobre a situação enfrentada pela população nem anúncio de medidas relacionadas à crise no abastecimento.

Enquanto isso, milhares de moradores seguem convivendo com torneiras secas, improvisando armazenamento de água e cobrando respostas mais rápidas e efetivas tanto da concessionária quanto dos órgãos fiscalizadores.

Leia também