O assassinato de Charlie Kirk, ativista conservador norte-americano e aliado de Donald Trump, gerou intensa repercussão entre políticos brasileiros nesta quarta-feira (10). O influenciador foi baleado durante um evento na Universidade do Vale de Utah, nos Estados Unidos, episódio que rapidamente dominou debates nas redes sociais.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) lamentou a morte e classificou Kirk como “mais um conservador vítima do ódio e da intolerância”. Em sua publicação, ressaltou ter acompanhado o trabalho do ativista e destacou sua abertura ao diálogo, citando como exemplo a ocasião em que ele recebeu Jair Bolsonaro em seu programa.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também filho do ex-presidente, afirmou que a morte de Kirk seria resultado da ação da esquerda. “Mais uma vítima da esquerda. Infelizmente, esse modus operandi a gente conhece. Descanse em paz, Charlie Kirk!”, escreveu.
Outros parlamentares, como Kim Kataguiri (MBL) e Nikolas Ferreira (PL-MG), também criticaram a forma como opositores políticos rotulam conservadores como “extremistas”.
Charlie Kirk ganhou notoriedade por sua atuação em defesa do porte de armas nos EUA, especialmente após um ataque em Nashville que vitimou seis crianças em uma igreja. Em entrevistas, chegou a afirmar que a manutenção da Segunda Emenda da Constituição americana justificaria “o custo de algumas mortes anuais” para assegurar direitos fundamentais. Sua morte intensificou discussões internacionais sobre polarização política e violência.