HUT alcança marco nacional com 100% de fisioterapeutas intensivistas nas UTIs

Unidade é a única do SUS no Brasil com todos os fisioterapeutas titulados nas UTIs adultas

Notícia:
O Hospital de Urgência de Teresina (HUT) conquistou um feito inédito na saúde pública brasileira: tornou-se a única unidade pública de urgência e emergência do país com 100% dos fisioterapeutas das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) adultos titulados como intensivistas. A certificação é validada pela Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e pela ASSOBRAFIR, além do Conselho Federal de Fisioterapia (COFFITO), o que eleva a qualidade da assistência oferecida aos pacientes críticos atendidos pelo SUS.

Foto: Ascom HUT
Hospital de Urgência de Teresina (HUT)

Segundo o presidente do Conselho Regional de Fisioterapia do Piauí (Crefito-14), Ângelo Eduardo, o título vai além da especialização, exigindo aprovação em prova específica. Ele destacou a importância do reconhecimento para o estado e celebrou a sensibilidade da gestão pública em investir na qualificação dos profissionais. “É uma vitória da sociedade piauiense. Ter UTIs com especialistas titulados garante assistência de excelência para os pacientes em estado grave”, afirmou.

A gerente de fisioterapia do HUT, Danila Vieira, reforça que o fisioterapeuta intensivista é essencial no cuidado com pacientes em situações críticas, sendo responsável por intervenções que otimizam a função respiratória, mobilidade e previnem disfunções físicas. Esses profissionais possuem habilidades técnicas e clínicas que impactam diretamente nos resultados da recuperação. O HUT conta hoje com 70 fisioterapeutas, quatro UTIs e 375 leitos em funcionamento.

O reconhecimento foi recebido com entusiasmo pela direção do hospital. O diretor técnico Rogério Medeiros destacou o comprometimento da equipe e da gestão em garantir um padrão elevado de atendimento. Já a diretora geral, Aranucha Brito, reafirmou o compromisso com a saúde pública e destacou o pioneirismo da instituição, que se alinha à legislação nacional vigente desde 2013 e à lei estadual sancionada em 2019.

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