​​​Que vitória foi essa?

Após derrotas no Senado, cenário levanta dúvidas sobre custos e próximos passos

Por Josenildo Melo,

​Quem dar na frente toma por trás? Diz um velho provérbio muito popular? Certo mesmo é que não foi uma vitória de Pirro. O que é mesmo isso moço? Vitória de Pirro (ou pírrica) é uma expressão que define uma vitória obtida a um custo tão elevado — perdas humanas, financeiras ou materiais — que equivale a uma derrota. O vencedor conquista seu objetivo, mas sofre danos irreparáveis que tornam o resultado final prejudicial ou inútil. A frase vem do rei Pirro de Épiro, que derrotou os romanos na Batalha de Ásculo em 279 a.C., mas perdeu a maior parte do seu exército no processo. A Frase: Relata-se que Pirro disse: "Mais uma vitória como esta e estamos acabados". É usada para descrever situações onde o esforço para vencer supera os benefícios da vitória. Não foi este tipo de vitória. Mas depois da poeira está baixando começam as perguntas sobre o real motivo de enfrentarem o governo federal desta forma. Cabeças irão rolar?

​Que vitória foi essa? Foi uma vitória do povo brasileiro. E não tem nenhuma explicação plausível. O que todos devem entender e compreender deste episódio é que a política brasileira não é previsível e de fato diferenciada. É algo que “beira mesmo ao profissionalismo”. Não é mesmo para amadores ou pessoas que se emocionam com vitórias ou derrotas. A questão não foram as duas derrotas consecutivas que o senado federal aplicou sobre o governo e quebrando paradigmas estabelecidos há mais de 100 anos (cem anos). A questão é o que virá depois. Virá retaliações? Ainda possuem forças suficientes para isso? Alguém neste momento terá coragem de morder a “isca jogada” e desejar mandar prender deputados federais ou senadores através de seus aliados? Se tiverem o que entra logo em seguida? Destituir algo ou alguém é atribuição do Senado federal no que diz respeito a este aspecto constitucional. É bom não arriscar ou ter tamanha ousadia. A política brasileira é pra enxadrista (exímio jogador de xadrez). Cada passo não é uma jogada, mas “jogadas a longo prazo”. É trocar um peão por um Bispo?

​Mas e o abraço carinhoso? É parte da estratégia? Tudo fez parte da estratégia. Dizem os bastidores que até mesmo o não perguntar demasiadamente e deixar o placar fluir bem na CCJ – Comissão de Constituição e Justiça, do senado. A oposição teve um trabalho vaticanista (Jornalista especializado em coberturas do Vaticano)? Nem todos, mas alguns fazem parte da estratégia do atuar nos bastidores e sem saberem quem verdadeiramente os são. A oposição “entregou seus votos” e aglutinou com que tinha votos suficientes para derrotar o governo federal. Mas tudo em cima da hora? Que nada. Tudo foi arquitetado com desenvoltura e sem demonstrar de que lado verdadeiramente estavam. E o derrotado? O que diz Brasília? Tinha alguém melhor para a tarefa árdua? O contemplarão com algo no futuro, o próprio partidão e ele continuará vivendo sua vida normalmente e agora com muito mais credibilidade junto ao partidão dizem alguns analistas políticos em off. Muito cuidado com o que poderá vir depois pessoal? Eita vida?

​Que vitória foi essa? Não foi vitória de Pirro e somente resta saberá o que estarão querendo os vitoriosos que se aglutinaram com as oposições. E não achem exagero NÃO. Fontes fidedignas chegam a afirmar que não foi somente o presidente do Senado e alguns membros do STF que resolveram pensar além dos dias atuais. Tem mais gente envolvida e já fechada com o próximo presidente da República Federativa do Brasil? Somente o tempo através de mais alguns dias para clarividenciar de fato o que realmente aconteceu!

​O restante do ano de 2026 será de fortes emoções e bem mais derrotas por vir?

Fonte: Josenildo Melo

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