​​​Notícia antiga e ultrapassada?

Críticas à “velha mídia” reforçam avaliação de que notícias já não influenciam como antes.

Por Josenildo Melo,

​Eis a capa da cada vez menos impressa e mais digital? Veja diz em sua capa: A grande dúvida – Enroscado em uma teia de suspeitas sobre sua relação com O Banco Master, Flávio Bolsonaro passa a ser visto com desconfiança por aliados, tem a candidatura à presidência questionada e tenta salvar a imagem com mudanças na equipe de campanha. É SÉCULO XXI. O mundo mudou. O BRASIL mudou. Este é o tipo de notícia que não provoca mais nenhum arranhão em qualquer pré-campanha? A ousadia é tamanha em desafiar as leis que não se dão ao trabalho nem de colocar que o rapaz ainda é pré-candidato e não candidato. Toda e qualquer candidatura somente pode ser chamada como tal depois de autorização das leis existentes no país. Qualquer candidatura somente se concretiza depois da homologação em convenção partidária. Eita Jesus. Ave Maria. Qual a razão da velha mídia não dizer logo o nome do seu pré-candidato preferido?

​Nações de conceitos elevados e entendimentos nobres sobre fatos e acontecimentos não vivem a esconder as suas preferências eleitorais. O maior exemplo é os Estados Unidos da América. Mas também Inglaterra, França, Austrália e Nova Zelândia costumam os veículos de comunicação social exporem as suas preferencias eleitorais até mesmo via editoriais. Essa coisa de camuflar, de dizer que são imparciais sem serem não cola mais. Teimam e ousam cada vez mais subestimar a inteligência do povo brasileiro. Com essa onda de celulares o pessoal se informa é preferencialmente via portais de notícias. Até mesmo Instagram e facebook ousa dar notícias em primeira mão. A receptividade da pessoa é que vai tirar as suas conclusões. E não tem essa de em nome de certas prerrogativas “censurar as redes sociais”. O povo gosta. O povo prefere. Quem em sã consciência vai dar 3 ou 10 reais em uma revista ou jornal com notícias ultrapassadas? O povão prefere comprar esse valor de pães ou pasteis para se alimentar!

​Notícia antiga e ultrapassada? A notícia do dia não são outras? Desde que o mundo é Mundo é assim. Até mesmo na antiguidade certas notícias não duravam mais do que alguns dias. Aqui, alguns meios (que ainda se dizem veículos de comunicação) teimam em desejar por vontade própria fazer algumas notícias durarem meses? O centro da notícia não devia ser um certo contrato de 129.000.000 (Cento e vinte nove milhões de reais)? Enquanto isso ficam a “perseguirem as oposições”? E qual a razão e os motivos de não assinarem a CPI para que apure fatos e evidência contra todos? Mas quer dizer que corrupção não é um tema em voga? Sempre será? E ninguém está passando pano para ninguém NÃO. A questão é porque estão teimando em exporem apenas um lado da moeda. É que nem certas instituições que a sua grande maioria gosta de “usurpar crianças e adolescentes” e muitos teimam em enfatizar apenas que são mestres em proteger as crianças por criarem creches, orfanatos e etc. e tal? O conceito de informação mudou muito e que muitos que ainda se acham no direito de tentar ludibriar se adaptem ao tempo!

​Quer algo mais lúcido? Bastar dar apenas um clique e perguntar a tiragem atual da revista. Olha só a informação: A tiragem atual da revista Veja gira em torno de 90 mil a 100 mil exemplares impressos por edição, somando pouco mais de 260 mil cópias quando incluídas as assinaturas digitais. A publicação, que já foi uma das maiores do mundo, tem priorizado a sua circulação digital nos últimos anos. No seu auge, entre os anos 2010 e 2015, a revista da Editora Abril chegou a superar a marca de 1 milhão de exemplares vendidos semanalmente. Esse declínio reflete a transição global dos leitores para plataformas de notícias online, bem como a reestruturação e recuperação judicial pela qual a editora passou. A notícia se intitula Crise na velha mídia – Veja derrete em ranking de tiragem. Faz tempo que a Veja está sob nova direção. Agora não pertence é a banqueiros? Certo mesmo é que notícia antiga/ultrapassada não influencia mais em nada!

Fonte: Josenildo Melo

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