Após ajudar no parto da filha em saguão de prédio, Bryan, do Náutico, ganha surpresa da esposa

Lateral-direito alvirrubro é surpreendido com ensaio fotográfico e assiste a vídeo com momentos importantes do casal e imagens do nascimento de Cecília

Por GE,

No começo de outubro, o lateral-direito Bryan passou por uma situação que não lhe sai da cabeça. Ele auxiliou no parto da filha, Cecília, ajudando sua esposa, Myllena Barbosa, a trazê-la à luz. Um mês depois, o jogador do Náutico voltou a se emocionar. Ele recebeu uma surpresa e assistiu - emocionado - a um vídeo com os momentos mais importantes do casal e cenas do nascimento de Cecília.

Bryan, com Cecília nos braços, beija a esposa, Myllena — Foto: Reprodução/Globo

A ideia do presente foi de Myllena, que imaginou um ensaio fotográfico da família. O tema não poderia ser outro: futebol.

- A ideia era um ensaio fotográfico, mas com tema diferente, com tema de futebol. Eu trouxe a chuteira dele, um sapatinho que comprei para ela, e Bryan nem desconfiou.

Além das fotos, o casal recebeu, dez dias depois, um vídeo com momentos marcantes: a descoberta da gravidez, a revelação dela para um Bryan incrédulo e, claro, o registro do nascimento de Cecília - captado nas câmeras do circuito interno do prédio da irmã de Myllena, onde a menina decidiu vir ao mundo.

Ao rever tudo aquilo, Bryan não conseguiu conter a emoção. Era como se, assistindo às imagens, ele revivesse cada momento: a ansiedade pela chegada, o medo de não ter tempo de ir ao hospital e a surpreendente tranquilidade quando a situação exigiu uma ação.

- Sempre quando vejo o vídeo, fico emocionado. Tenho certeza que Deus estava comigo naquele momento. Foi algo único - disse o jogador.

Talvez, a própria natureza da gestação tenha preparado Bryan para aquele momento. É que vir antes da hora não foi a única surpresa que Cecília preparou para os pais. A própria descoberta da gravidez se deu de maneira incomum.

A mãe, Myllena, só se deu conta de que havia um bebezinho em sua barriga quando Cecília já tinha cinco meses no útero.

- Na pandemia, comendo mais um pouquinho, ficando mais cheinha, mas não imaginava que era uma gestação. Só fui descobrir no quinto mês.

Bryan preferiu assim. A ansiedade para ver o rosto da filha não precisaria durar oito, nove meses. Cecília estaria em seus braços em menos tempo.

- Sempre quis muito ser pai. Foi bom assim, senão ia ficar muito ansioso. A gente só passou três meses ali naquela expectativa. Foi melhor ainda - afirmou.

Bryan conseguiu estar muito próximo durante todo o primeiro mês de Cecília, mas ele se recuperou de uma lesão muscular - e é provável que retome um nível mais intenso no trabalho, acumulando viagens, concentrações e jogos em sequência.

Sem falar na pressão de jogar em um time que vive crise. Mas é ali, naquele quarto rosa, onde ele encontra força para seguir e tranquilidade para ficar - apesar do choro estridente de Cecília na hora de dormir.

- É puxado, mas é muito prazeroso. Melhor sensação possível - declarou o pai coruja.

Comente

Pequisar