Até Arnaldo Cezar Coelho... pênalti anulado do Sport contra Palmeiras viraliza e divide opiniões nas redes
Marcação do árbitro Dyorgines Jose Padovani de Andrade, que suspende penalidade a favor do Rubro-negro, rende críticas do clube e debate
O Palmeiras deixou a Ilha do Retiro com a vitória sobre o Sport, no último sábado, mas o pênalti anulado - que seria a favor do Leão - ainda rende polêmicas nas redes sociais. Depois do árbitro Dyorgines Jose Padovani de Andrade (ES) suspender a marcação mediante revisão no VAR, até mesmo o ex-árbitro e ex-comentarista da Globo, Arnaldo Cezar Coelho, posicionou-se sobre o caso.
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O Palmeiras deixou a Ilha do Retiro com a vitória sobre o Sport (Foto: Reprodução)
Por meio das redes sociais, o meia-atacante Thiago Neves - que havia criticado a decisão da arbitragem ainda no último sábado - compartilhou a postagem de Arnaldo Cezar Coelho, endossando o comentário.
"Pois é, Arnaldo. Também não sei e não é a primeira vez viu."
O lance questionado acontece aos 49 minutos do segundo tempo, quando o árbitro marca pênalti por uma bola no braço de Rony. Na sequência, no entanto, Dyorgines Jose Padovani de Andrade anulou a marcação após revisar o vídeo. Rubro-negro ainda chegou a questionar lance anterior, quando Hernane Brocador terminou derrubado na área, mas que não foi avaliado no VAR.
Convocada para a Central do Apito na transmissão, a comentarista de arbitragem Nadine Basttos concordou com as marcações do árbitro.
- Isso sempre é chamado de bola inesperada, como vem do seu próprio companheiro de equipe. Por isso que ele (árbitro) acabou voltando atrás. Mas tomar cinco minutos para decidir realmente é muito longo, acaba irritando e deixa em dúvida se o árbitro tinha certeza do que estava marcando ou desmarcando.
Além do ex-árbitro Arnaldo Cezar Coelho e dos integrantes do Sport, afetado na ocasião, a marcação dividiu opiniões nas redes sociais.
Na publicação de André Rizek, apresentador do canal Sportv, está veiculado um vídeo em que o chefe de arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, dá um seminário sobre o tema técnico "mãos". Com exemplos do futebol brasileiro, ele mostra um caso em que a bola é lançada na mão de um jogador pelo próprio companheiro de time.
- O jogador está no movimento antinatural, a mão está acima da linha do ombro, mas é cabeceada pelo seu próprio companheiro contra o seu braço. Mesmo em movimento antinatural, se o jogador não está bloqueando a bola, não está disputando a bola e um companheiro seu jogou de forma deliberada a bola que ia sair da área, isso não é mão. Não deve ser punido pelos árbitros como uma infração.