Novo vídeo mostra momento exato de queda de ponte entre Tocantins e Maranhão

Imagens revelam momento em que estrutura cede e lança veículos ao rio Tocantins

Por Redação,

Imagens inéditas do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, ocorrido em dezembro de 2024, voltaram a circular nesta semana e mostram, com mais precisão, o instante em que a estrutura cede e lança veículos ao rio Tocantins.

Foto: ReproduçãoImagens mostram momento em que ponte cede e veículos caem no rio
Imagens mostram momento em que ponte cede e veículos caem no rio

O novo ângulo foi registrado por uma câmera instalada em um veículo que atravessava a ponte no momento da tragédia. No vídeo, é possível ver o tráfego fluindo normalmente até que, de forma repentina, o vão central começa a ceder. Em poucos segundos, caminhões e uma motocicleta são arremessados para fora da estrutura, caindo diretamente no rio.  

As imagens são consideradas as mais impactantes já divulgadas sobre o caso por evidenciarem a violência do colapso e a ausência de qualquer tempo de reação por parte dos motoristas.

A ponte ligava os municípios de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO) e desabou na tarde de 22 de dezembro de 2024. Ao todo, dez veículos caíram no rio Tocantins no momento do acidente.  

O desastre deixou 14 mortos, três desaparecidos e apenas um sobrevivente entre os que caíram na água, segundo balanços atualizados.  

Além da tragédia humana, o acidente também gerou impactos ambientais. Entre os veículos que despencaram estavam caminhões que transportavam substâncias químicas, como ácido sulfúrico, o que levantou alertas sobre possível contaminação do rio.  

Laudos técnicos posteriores apontaram que o colapso foi provocado por uma combinação de fatores, incluindo falta de manutenção adequada, problemas estruturais antigos e sobrecarga de peso no vão central da ponte.  

Mesmo antes do desabamento, relatórios já indicavam condições consideradas precárias na estrutura, com registros de deformações e vibrações anormais.  
Atualmente, as indenizações às vítimas e aos afetados seguem em disputa judicial, enquanto o caso ainda levanta questionamentos sobre responsabilidade e fiscalização de infraestruturas federais.

Fonte: Portal AZ

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