Covid-19: governo conclui projeto do hospital de campanha no Verdão
A implantação dos leitos e equipamentos segue modelo aplicado em vários lugares
O projeto de estruturação para a construção do Hospital de Campanha do Estado no Ginásio Verdão está concluído, segundo a Superintendência de Parcerias e Concessões do Estado (Suparc).
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Projeto de hospital de campanha no Verdão do estado está pronto (Foto:Divulgação Gov.pi)
A implantação do hospital de campanha segue o modelo aplicado em várias cidades pelo mundo e foi deliberado em reunião do Comitê Gestor de Crise do Governo do Estado. A modelagem, instalação e montagem da estrutura no ginásio ficará a cargo da empresa Progen S.A, responsável pela instalação de cerca de dois mil e duzentos leitos de campanha em São Paulo (SP), com o apoio do Hospital Albert Einstein, referência em saúde.
Antes de iniciar as instalações, o ginásio passará por uma dedetização e limpeza, processos essenciais para a realização desse trabalho. Os técnicos da empresa também estarão em Teresina para avaliar o Ginásio Verdão.
A Superintendência de Parcerias e Concessões com a Secretaria de Estado da Saúde, são responsáveis pela estruturação do projeto de instalação do hospital e, após a conclusão, os atendimentos e a gestão ficam sob a responsabilidade exclusiva da Sesapi.
“A liberação dos recursos para que a concessionária viabilize a construção do hospital segue a regra adotada nos demais modelos existentes no país. A modelagem das PPPs permite esse tipo de ação, possibilitando que o Estado retome o espaço e utilize quando for conveniente para o bem comum, em situação graves como a que estamos enfrentando agora”, diz Viviane Moura, superintendente da Suparc.
Parceria Público Privada
Desde fevereiro do ano passado, o Verdão é administrado por uma Parceria Público Privada (PPP) em que a concessionária SPE Arena Verdão é responsável pelo funcionamento, administração e manutenção do ginásio. Por isso, também será ela quem deve contratar a empresa Progen para implantar a estrutura temporária.
A ocupação do ginásio não implicará em nenhum tipo de pagamento referente a aluguel. O modelo adotado respeita um contrato de PPP que já existe, já que o governo também não pode gerar insegurança jurídica nesse ou em qualquer projeto.
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