Brasil registra 55 casos de mpox em 2026 e mantém vigilância ativa da doença
Mesmo com queda nos registros, autoridades reforçam prevenção e monitoramento
O Brasil contabilizou 55 casos de mpox em 2026, segundo levantamento do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica (CNE-VIG), órgão ligado ao Ministério da Saúde. Apesar da redução expressiva em relação ao ano anterior, quando foram registradas 1.056 ocorrências, a doença segue sendo monitorada pelas autoridades sanitárias em todo o país.
De acordo com o ministério, a maioria dos casos atuais apresenta quadros leves ou moderados, sem indícios de agravamento generalizado. Ainda assim, a vigilância epidemiológica permanece ativa para identificar rapidamente novos registros e conter possíveis cadeias de transmissão, evitando um novo avanço da doença.
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A mpox é causada pelo vírus MPXV, pertencente à família Orthopoxvirus, e pode ser transmitida por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, objetos contaminados ou contato próximo e prolongado com pessoas infectadas. Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dores musculares, inchaço dos gânglios, calafrios e fraqueza, podendo durar de duas a quatro semanas.
Embora conhecida há décadas, a doença ganhou maior visibilidade global a partir de 2022, com aumento significativo de casos em diversos países. O Ministério da Saúde orienta que pessoas com sintomas procurem atendimento médico para diagnóstico laboratorial e reforça medidas de prevenção, como evitar contato com lesões, não compartilhar objetos pessoais e manter a higiene frequente das mãos.
Fonte: Ministério da Saúde