SEMEL - 3ª edição do MovimenThe acontece hoje no Parque do Mocambinho
SEMEL - 3ª edição do MovimenThe acontece hoje no Parque do Mocambinho
O Parque Ambiental Matias Augusto de Oliveira Matos, mais conhecido como Parque do Mocambinho, foi o local escolhido para receber a 3ª edição do MovimenThe, que vai levar à população muita música, lazer, esporte, artesanato e entretenimento, neste sábado e domingo (28 e 29), a partir das 17 horas.
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O evento é organizado pela Prefeitura de Teresina em parceria com o Grupo Meio Norte de Comunicação. O resultado disso será vasta programação gratuita, a fim de atrair diversos públicos para o parque, um dos mais agradáveis espaços de socialização da capital.
Para o secretário municipal de Esporte e Lazer (Semel), Miguel Rosal, o MovimenThe visa atrair a população para locais de uso público, com a realização de eventos como esse, busca-se não somente entreter, mas também fazer com que esse público se sinta pertencente àquele espaço, ajudando a preservá-lo”, destaca.
Além da Semel, o evento conta com o apoio das Secretarias Municipais de: Economia Solidária (Semest), de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) e de Comunicação (Semcom), e Fundações Wall Ferraz (FWF) Fund Cultura Monsenhor Chaves (FCMC) e Semam.
Programação
A programação inclui uma Corrida de rua Organizada pela XCromo com largada e chegada na Lagoa do mocambinho com premiação de troféns e medalhas para os primeiros colocados, a cronometragem fica sobre a coordenação do Thiago, também no evento acontece uma feira de exposição e comercialização de peças artesanais, o que contribuirá para dar mais visibilidade para o trabalho desenvolvido por mais de 25 artesãos da capital.
No âmbito esportivo, os atletas amadores terão a possibilidade de formar seus times e escolher uma das modalidades oferecidas, a exemplo do Futsal, Handebol, Vôlei de praia, Badminton, Basquete, Tênis de Mesa, Fut7 e Corrida de Rua.
O MovimenThe também terá espaço reservado para a final de mais uma edição do Canta Bairro, concurso de calouros que tem o objetivo de valorizar as manifestações culturais e revelar novos talentos da música local.
Sobre o Parque Matias Matos
Voltado para práticas de esportes, lazer, cultura e socialização em contato com a natureza, o Parque Matias Matos possui uma área de aproximadamente 4,9 hectares, onde estão dispostas quadras para múltiplas práticas esportivas (futebol de areia e society, badminton e basquete) ciclovias, playground, pista de caminhada, academia popular, quiosques, prédio administrativo, palco para apresentações culturais e área contemplativa no entorno da lagoa, com grana natural para oferecer mais conforto aos visitantes.
O parque fica situado na Avenida Prefeito Freitas Neto, S/N, bairro Mocambinho, zona Norte de Teresina, bem próximo à parada final dos ônibus.
Ministério lança campanha para incentivar doação de órgãos
O Ministério da Saúde lançou, ontem (27), data em que se celebra o Dia Nacional de Doação de Órgãos, a Campanha Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, que este ano tem como slogan A Vida Continua. Doe Órgãos. Converse com sua família. O lançamento ocorreu no Hospital do Rim e Hipertensão, em São Paulo, hospital que mais faz transplantes de rim em todo o mundo.
Segundo o ministro da Saúde interino, João Gabbardo, a campanha pretende “sensibilizar as famílias para que elas autorizem o transplante quando o seu familiar estiver em morte encefálica”, única condição autorizada no país para transplante de órgãos pós-morte. Dados do Ministério informam que mais de 40% das famílias se negam a doar os órgãos de pessoas que tiveram morte encefálica.
“Pouco mais da metade das famílias autorizam. Temos mais de 40% das famílias que não autorizam a doação. São pessoas que têm condições de serem doadores e que poderiam salvar várias vidas. Cada doador pode salvar quatro ou cinco vidas”, disse Gabbardo.
De acordo com ele, é importante que as pessoas sempre conversem com seus familiares sobre a doação de seus órgãos para que, “no dia em que acontecer um imprevisto, uma morte inesperada e em que ele poderia ser um doador de órgãos, a família tenha essa informação de que o desejo dele era esse”.
Além da sensibilização das pessoas sobre a doação, disse Gabbardo, é preciso também alertar as famílias para que confiem no diagnóstico de morte encefálica, que é irreversível. “Esse é um aspecto importante. Muitas famílias ainda pensam que ao dizer que são doadores de órgãos, vai interromper as melhores práticas para tentar salvar a vida daquela pessoa. Mas isso não acontece. Quando há o diagnóstico de morte encefálica, não há a menor possibilidade de que essa pessoa possa continuar vivendo”, disse. Outro aspecto importante, lembrou, é fazer com o desejo da pessoa em ser doadora de órgãos seja transmitido a todos os familiares.
Foi o que aconteceu na família de Mailde Giordani, 40 anos, que perdeu sua irmã Patricia Akemi há cerca de 10 meses por causa de um aneurisma. Quando o quadro de sua irmã evoluiu para morte encefálica, Mailde lembrou que elas já haviam conversado antes sobre esse assunto e autorizou que os órgãos de sua irmã fossem doados e ajudassem a salvar vida de, pelo menos, mais uma pessoa.
“Ela expressou, durante uma conversa, que queria ser doadora. Ela disse: ‘se acontecer algo comigo, também quero ser doadora'. E infelizmente isso aconteceu. Ela teve um aneurisma e não conseguiu se recuperar. Então, quando os médicos vieram conversar conosco, foi muito fácil tomar essa decisão porque a gente já tinha conversado sobre isso na nossa família”, disse. “Hoje é um dia muito feliz para mim porque sei que pelo menos uma pessoa está viva graças à doação de minha irmã”, acrescentou.
Mailde lembrou que o segundo nome de sua irmã, Akemi, significa luz. E fez a analogia de que a luz de sua irmã brilhou para outras pessoas, fazendo-as renascer após receberem os vários órgãos que ela doou: coração, pulmão, pele, córneas, pele, fígado, rim, pâncreas, complexo gastrointestinal e, “se não engano, o fêmur também”. “A doação de órgãos é o maior gesto de amor. Doar é vida, vida que segue”, ressaltou Mailde.
Portadora de cardiopatia congênita, Patricia Fonseca fez transplante de coração. O que mudou totalmente sua vida. “Eu nasci com cardiopatia congênita, e então nunca tinha visto o que era saúde. Cresci em corredores de hospitais, fiz muitas cirurgias, até que eu fui levada a uma fila de espera e tive uma chance de ter uma vida que nunca tive, de fazer coisas que antes nunca poderia sonhar. No dia do meu aniversário chegou o meu coração, que está batendo forte aqui agora”, disse Patricia.
“Eu, que passei muitos anos de minha vida presa em uma cama, hoje posso trabalhar, posso viver minha vida ao lado do meu marido, posso lutar por outras pessoas e ainda virei triatleta”.
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