Ex-prefeito ameaça tocar fogo em carros pipa
A ameaça foi feita aos deputados Nerinho e Georgiano Neto, supostos donos dos votos em Marcolândia
O recado em áudios
Circula nos grupos de whatsapp um áudio atribuído ao ex-prefeito de Marcolandia, Chico Pitu, ameaçando tacar fogo em caminhões carro pipa que não sejam os do “seu grupo” que levam água para a população da cidade.
A advertência é feita aos deputados Georgiano e Nerinho, este atual secretário de Defesa Civil.
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O ouro da seca
Já se disse que carro pipa é o ouro da seca. Tanto enrica o prefeito, o chefe político, o dono do caminhão, o deputado e o secretário.
Por isso que Wellington Dias desistiu da promessa feita na campanha de 2002 de que acabaria com o carro pipa e a lata d’água na cabeça das marias.
A seca rende para todo mundo.
A fala do Chico
Com a voz meio embargada “bem exprimida”, como se diz no popular, será se o Chico já estava na pitu quando fez a ameaça?
Ele pronuncia “jerjeano” o nome de Georgiano.
Ou é analfa ou a “cruel” lhe dobrou a língua.
Comunicado pago e muito bem pago
Olha só que coisa: a Agespisa contratou a empresa Previnity - Soluções Inteligentes em Informação para “serviços de higienização do banco de dados, notificação e negativação de clientes inadimplentes”.
Curioso é que vai pagar entre R$ 1,75 e R$ 1,62 por emissão de SMS ou e-mail notificando o cliente inadimplente.
Mesmo quebrada, em se tratando de politicalha, estatal aguenta.
Alô, MP?
Serviços de SMS não são cobrados pelas operadoras de telefonia celular. E-mail em geral tem mais o custo da internet.
Ah, a empresa vai recorrer às analógicas cartas para notificar clientes por atraso, a um custo de R$ 4,61 a R$ 4,28.
Valor da carta
Uma carta simples enviada pelos Correios custa R$ 2,45, ou seja, a Agespisa se propõe a pagar 88% a mais pelo serviço postal.
Uma empresa que há anos está no vermelho pelo uso inescrupuloso dos seus parcos recursos nas “ondas” políticas, a Agespisa se dá ao luxo de fazer esse tipo de contrato.
Bom negócio para ambas as partes. E Rafael não vê.
Profissão errada
Iasmin, filha do ministro Wellington Dias e da conselheira Rejane, não deve estar ganhando bem como arquiteta para se sujeitar a pagar o mico de ser empregada num gabinete de deputado distrital, ganhando um mensal de 8 mil em atividade diversa da sua profissão.
Mensalinho
A arquitetura é uma das atividades mais vantajosas, principalmente financeiramente.
Um arquiteto não se sujeitaria a um mensalinho em gabinete de político.
A não ser que seja um fracassado na profissão que escolheu.
Vai devolver
Claro que Iasmin não tem culpa da desenfreada fome pela coisa pública do pai, mas a jovem senhora está sujeita a devolver tudo que recebeu de janeiro para cá caso o TCU comprove o nepotismo cruzado estabelecido.
Velho nepotismo
O MP de Contas cobra do TCU uma investigação porque segundo o subprocurador geral Lucas Furtado, está configurado nepotismo a troca de cargo entre a filha do ministro e o filho do deputado distrital.
Plateia
Fabio Novo, pré-candidato do PT a prefeito de Teresina, faz hoje um daqueles seminários para discutir problemas da cidade, mas com objetivo de ser mesmo só um evento político de campanha em torno dele mesmo.
Tanto assim é que servidores terceirizados do estado foram “convidados” a estar neste sábado no Atlantic City para garantir sucesso de público do seminário.
E não vão, não!!!!
O slogan copiado
O pré-candidato do PT usa como slogan de pré-campanha uma frase tirada da música “Como nossos pais”, de Belchior. Apresenta-se como “o novo sempre vem”.
Se não já acertou pelo uso da música, Novo vai repetir aqui o que ocorreu entre Chico Buarque e Silvio Mendes em 2022, uso indevido.
O verso e o índio
A canção imortalizada por Elis Regina tem um verso que parece combinar não com o pré-candidato, mas com Wellington Dias:
“Hoje eu sei que quem me deu a ideia
De uma nova consciência e juventude
'Tá em casa, Guardado por deus
Contando vil metal”
A dança da vergonha
Os petistas parece que estão presos numa teia de aranha, enroscados com a notícia sobre a dança erótica, pornô, verdadeira baixaria, no evento do Ministério da Saúde.
Eles, como a ainda enferma Gleisi Hoffman, condenam a baixaria, mas vão logo atacando Bolsonaro como se o Bozo tivesse algo a ver.
Ora, ora
Quem já propiciou espetáculos nas gestões petistas de Lula e Dilma, como a roda de marmanjos nus, uns cheirando os furículos dos outros ou crianças apalpando as genitálias de adultos, em “exposições de arte”, essa dancinha aí é “café pequeno”.
Só estão horrorizados porque a oposição repercutiu mundo afora.