Empresa que faturou R$ 120 mi no Governo não tem funcionários
E mais: prefeitos não vão aceitar a venda da Agespisa. O sistema é deles
A genialidade digital
Parece justificado o contrato de R$ 120 milhões - sem licitação - feito entre a Secretaria de Saúde do Piauí e a empresa Integra Saúde Digital Telemedicina Ltda.
A empresa, que as más línguas insistem em dizer que tem a digital de João Claudino jr, faz todo o trabalho que foi acertado sem ter um só funcionário.
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Exemplo pro mundo
Quando João José Cruz Lima que aparece como o dono da Integra Digital esteve com Rafael em Havard deve ter impressionado os gênios de lá de como ter uma empresa que já aos dois meses de idade pegou seu primeiro contrato de R$ 2,5 milhões, aos dez meses de R$ 120 milhões e não tem funcionários.
Nem o vigia.
O Piauí todo
De fato, a genialidade da empresa é percebida na cobrança dos valores unitários pagos por procedimentos pois considera que TODOS OS CIDADÃOS DO PIAUÍ, ou seja, 3.289.290 habitantes, segundo o Censo do IBGE, irão fazer consultas e exames por esse sistema.
Quem comanda os robôs
Como explicar que se preveja que TODOS os cidadãos do Piauí vão fazer consultas por plataformas de internet, através da empresa que só tem dez meses de vida e nenhum funcionário?
Quem se encarrega de comandar os robôs?
Silas, o língua solta
O prefeito cearense de Pio IX Silas Noronha produziu mais uma estultice: em
Vídeo aparece desejando que a gasolina chegue a custar R$ 12,00.
Para o nordestino se lascar.
Desprezo pelo povo
Desde o primeiro vídeo em que ele se recusou a providenciar água para o povo se percebe que o prefeito de Pio IX tem muito desprezo pela população.
E não seria por menos. Ele e outros cearenses sabem como ganhar eleição nos confins do Piauí.
Só mostrar as notas do peixe.
O Congresso em Salamanca
Os desembargadores José Ribamar Oliveira Sebastião Martins, Aderson Nogueira e Agrimar Rodrigues ganharam a mídia nacional, por conta da viagem a Salamanca, na Espanha, manhã, para participarem do XI Congresso Intercontinental de Derecho Civil, que se realizará nos dias 16 e 17 deste mês, próxima semana.
A mídia cismou com as dez diárias de cada um - e suas respectivas mulheres.
A prisão do médico inocente
A expressão in dúbio pro réu não tem qualquer relevância para a polícia do Piauí. Prenderam o ortopedista Albert Medeiros sob suspeita de ser o matador do morador de rua sem aprofundarem as investigações e sem se preocuparem com o princípio jurídico da presunção da inocência dele.
Robustecer investigações?
Agora vem com a conversa mole “a gente tinha que robustecer as investigações com elemento de prova”. O médico é simplesmente inocente e, nessa condição, para reparar o dano que o Estado lhe causou, vai processar até as baratas da delegacia.
“Ele é o assassino”
Se você quiser saber como foi a truculência policial para a prisão e afirmação de que Albert era o culpado, leia esse trecho de entrevista da irmã dele a também médica Lara Medeiros:
“Dez minutos após a hora que ele saiu da casa da minha mãe, enquanto eu a consolava, porque ela estava desesperada, recebo a primeira mensagem de matéria com a foto do meu irmão e declaração da polícia dizendo que ele era um assassino, afirmando categoricamente. Imagina como a gente se sentiu, com a autoridade policial que representa o estado do Piauí abordar dessa forma e afirmar categoricamente que ele era um assassino”.
Prende para investigar
Como invariavelmente aqui se prende antes para investigar depois, com policiais despreparados fazendo afirmações sem prova, a médica considera que a abordagem policial feita naquele momento foi totalmente desnecessária.
“Foi muito triste ver que um cidadão do bem, honesto, pode ser levado pela polícia sem ter a chance de se explicar”.
Ele e muitos outros já passaram por isso.
O poder pelo poder
Voce sabia que tem governador na região nordestina devendo a agiotas mais de R$ 100 milhões, referente a gastos na campanha do ano passado?
Não pergunte de que Estado.
O agiota é destas bandas
A coluna só antecipa que um dos emprestadores seria do Piauí, com negócios no ramo de hortifrutigranjeiros.
Quem o conhece diz que o moço está de bucho quebrado, exageradamente grande, de tantos juros que tem recebido da dívida governamental.
E aí, cumpre ou não?
A prefeitura de Teresina até agora não informou se vai recorrer da decisão da justiça que mandou desfazer a compra de 100 mil livros por R$ 6,5 milhões feitas pela Semec de Nouga Cardoso no início da gestão.
Justificativas pífias
Já na ocasião em que se descobriu esse discutido negócio, de pagar R$ 6,5 milhões por 100 mil exemplares de um único livro para servir de acervo das escolas, o secretário apareceu com várias justificativas.
Que só silenciaram a mídia comprometida, mas forçaram o MP a entrar com uma Ação Civil de Improbidade Administrativa.
Que o juiz Litelton Oliveira aceitou.
Exagero
Não se questiona se o livro “Teresina Educativo” serve ou não. A questão foi o exagero da compra: 100 mil exemplares.
Quem não desconfiaria disso?
Como ressarcir ?
O problema é como recuperar tanto dinheiro, que já deve ter sido diluído alhures.
Maternidade nova
Inaugurada há mais de mês, a nova maternidade de Teresina, construída pelo Estado, não tem sequer um autoclave - a máquina que faz higienização de instrumentos cirúrgicos.
E, pelo visto, não registrou ainda nenhum parto, que segue sendo feito na velha maternidade Evangelina Rosa.
Lavanderia
Parece que na maternidade nova agora que vão inaugurar a lavanderia.
Primeiro parto
Aliás, o governo Rafael inovou: inaugurou a maternidade sem que tenha havido sequer o primeiro parto.
Licitação da Agespisa?
Mao Santa está sempre atual. O governo do Estado propõe a privatização da Agespisa e já fixa um lance mínimo de R$ 1 bilhão.
Ou isso bate com a frase de Mão Santa, de que a ignorância é audaciosa ou a proposta é de pura má fé.
Para chamar de seu a Agespisa só tem aquele prédio-sede (se não tiver penhorado) e os funcionários. Nada mais
São deles
A grande maioria dos sistemas de distribuição de água do interior pertence aos municípios. Que só deram autorização para a Agespisa comercializar. E muitos não vai aceitar a privatização.
O prefeito Mão Santa já avisou que o sistema de lá não entra na proposta do governo.
Lá vem ele!!!
Agora, além de ignorante, mais interesseiro que nunca aparece o deputado João Madison propondo o aproveitamento dos funcionários da Agespisa em caso de privatização.
Esse quer ganhar qualquer coisa em qualquer situação. Nem o sistema de Corrente, cidade do Budu, vai entrar no processo licitatório.
Band Cidades
O secretário dos Transportes de Parnaíba, Maurício Machado representou o prefeito Mao Santa na solenidade em que a cidade foi destacada como o prêmio Band Cidades.
A solenidade ocorreu anteontem em Teresina.
Polido, atencioso, Maurícinho mostrou que herdou a inteligência do patriarca Pedro Machado e a lhaneza de tratar do deputado Pinheiro Machado.