Rafael Fonteles usa a estrutura diplomática como apoio no exterior
Onde vai Rafael Fonteles se vale da estrutura das embaixadas do Brasil
Contatos diplomáticos não bastam
Uma das críticas mais recorrentes às viagens do governador Rafael Fonteles (PT) é que ele poderia ter se valido de contatos diplomáticos com as representações estrangeiras no Brasil. E só. De fato, essa é uma possibilidade mais cômoda e de menor custo, mas não cria embargo a que um dirigente estadual viaje em busca de investimentos para o Estado que governa.
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Estrutura das embaixadas
Assim, o governador do Piauí usou outra estrutura diplomática: a do Brasil nos países que visitou. Onde foi, Rafael Fonteles se valeu da estrutura das embaixadas do Brasil, o que é adequado considerando que o contato de alto nível poderá ter seguimento no país visitado e no Brasil, em nível estadual e na relação com as respectivas representações diplomáticas.
Diferente do antecessor
O suporte da diplomacia profissional, financiado com impostos de todos os brasileiros, estabeleceu, aliás, um diferencial entre o atual governador e seus antecessores, notadamente Wellington Dias – que viajavam sem buscar o apoio da diplomacia, que tem como uma de suas atribuições a facilitação de negócios com entes e empresas estrangeiras.
Internacionalização
Essa diferença bastante clara estabelece que, a despeito das críticas, faz sentido o objetivo do governador quanto ao que ele define como internacionalização da economia do Piauí. Como o que ele busca tem maturação de médio e longo prazo, exige-se o suporte da diplomacia e de outros organismos do governo federal para negócios estrangeiros.
No tempo de Wellington
Sem qualquer noção da vantagem de ter o apoio das embaixadas, Wellington Dias, governador, se valia dos intérpretes da própria turma.
Quando se tratava do idioma alemão, ele levava o jornalista Álvaro Carneiro, e do inglês, levava na bagagem Sérgio Vilela.
A interpretação era sofrível, mas era o que Wellington tinha a época.
Cadê o passaporte ?
Falavam à época que o governador petista Wellington passava tanto perrengue nessas viagens que, certa vez, no retorno de Washinton a Nova Iorque, eles ficaram retidos no aeroporto da capital americana porque na hora do checkin não achavam o passaporte da primeira dama, Rejane.
Na mala grande
Somente depois de perder o voo, e no abrir malas e fechar malas, descobriram que no hotel ela havia colocado o passaporte (o documento de identificação, pasmem) na mala grande, de roupas, que foi despachada.
Dividindo quitinete
Ao final dessa viagem conturbada, o governador, a primeira dama e o assessor Vilela chegaram em Washington, altas horas da noite, sem reserva em hotel, obrigando-se a dividir uma quitinete de uma amiga de Vilela.
Imagine como foi essa dormida.
Cinco estrelas
Vejam hoje onde Rafael, diferente de Dias, se hospeda. Claro que não é em quitinete.
Idiotice ao quadrado
Na ansia de aparecer o sujeito não põe apenas o cesto de frutas na cabeça, como fazia Carmen Miranda adornando banana no cocuruto.
Hoje eles se tocam até fogo. Foi o que ocorreu com um happer, em pleno palco, mas ele saiu-se mal. Ficou só de cueca.
Mutatis mutandis
Vê o que era poesia, num passado não tão distante, na música, por exemplo, de Nelson Gonçalves, “Deusa da minha rua” :
“A deusa da minha rua/Tem os olhos onde a lua/Costuma se embriagar/Nos seus olhos, eu suponho/ Que o sol num doirado sonho/Vai claridade buscar”.
Agora, veja a “poesia” que a própria cantora Ludmila diz existir nessa música, interpretado por ela:
“ …foi piranha, foi viado, então presta atenção, dá um gritinho aqui quem tem amiga sapatão!”
Emendas lucrativas
João madison o coordenador das emendas parlamentares dos deputados estaduais. Valor: R$ 100 milhões.
E sabe para que servem: só para baladas. Eventos festivos.
Assim o mandato justifica.
Crateras na Avenida
Motoristas sobem o meio fio da avenida Josué de Moura Santos e, quando tem, as calçadas, para se livrarem das crateras que tornam os trechos intrafegáveis.
Mas a prefeitura já pautou a avenida para um grande operação de recapeamento.
Arranhando a imagem
Há muita preocupação da família Claudino diante da publicização negativa dos últimos dias do nome do grupo, por conta de ações do presidente do conselho.
Há dois casos recentes que tiram o sono dos Claudino: o contrato escandaloso de 180 milhões com o estado da empresa de telemedicina, que dizem ser de João jr; e agora o da Audax, que abandonou um atleta suspeito de doping. Que não estava.
Coisa do inimigo?
Será que toda essa confusão sobre ter abandonado o atleta Guilherme Müller, não teria sido armação dos concorrentes para prejudicar a Audax?
João jr poderia acionar a polícia para ver se tira a culpa.