Direto da Redação: Merlong amarelou, faz carta e pede desculpas

Merlong, Flavio Nogueira, Dr. Francisco e Florentino votaram pela PEC da bandidagem, ops, da Blindagem

Na carta, que se lê abaixo, Merlong justifica que só caiu em tentação porque tinha o nobre dever de evitar a PEC da Anistia.

Na sua carta, ele pede desculpas ao piauiense e ao eleitor.

Foto: Reprodução/FacebookMerlong Solano
Merlong Solano vem com muito lero lero na carta aos eleitores.

Cadê os outros?

Até agora os outros três não se manifestaram.

Precisam explicar as razões pelas quais votaram contra a orientação do presidente.

Foto: ReproduçãoQual a desculpa desses senhores?
Qual a desculpa desses senhores?

Receio da derrota

Todos sabiam que os quatro deputados do Piauí teriam se acertado com o Centrão para derrubarem o veto do Lula na PEC que reduz para 8 os atuais deputados federais.

Se houver o corte, os quatro não voltam em 2026.

Cala-te!

Diz-se que Lula telefonou para Gleisi Hoffmann para ela mandar o marido, Lindbergh Farias, engolir o choro.

Foto: DivulgaçãoLula durante pronunciamento sobre o 7 de setembro
Lula mandou Lindemberg engolir o choro

O homem chorava que soluçava no plenário com a aprovação da PEC da bandidagem, ops, a PEC da Blindagem.

Leiam a nota chorosa de Merlong

NOTA DE RETRATAÇÃO PÚBLICA

Venho, de forma pública, pedir desculpas ao povo do Piauí e, em especial, ao Partido dos Trabalhadores, partido que ajudei a construir, pelo grave equívoco que cometi ao votar favoravelmente ao texto-base da PEC das Prerrogativas.

Não pensem que foi uma decisão fácil. Na política, por vezes somos levados a fazer escolhas difíceis, que exigem renúncias e sacrifícios. Meu voto foi motivado pela tentativa de preservar o diálogo entre o PT e a presidência da Câmara dos Deputados. Meu objetivo era ajudar a impedir o avanço da anistia e viabilizar a votação de pautas importantes para o povo brasileiro, como a isenção do Imposto de Renda, a MP do Gás do Povo, a taxação das casas de apostas e dos super-ricos, além do novo Plano Nacional de Educação, etc.

Infelizmente, esse esforço não surtiu efeito. O acordo político foi rompido e a votação da PEC ocorreu sob sérias irregularidades, incluindo a reintrodução do voto secreto no texto — dispositivo que já havíamos conseguido derrotar na noite da terça-feira, 16.

Diante dessa realidade, ainda na quarta-feira, dia 17, assinei, como coautor, um Mandado de Segurança junto ao Supremo Tribunal Federal, solicitando a anulação dos atos praticados pela Mesa Diretora da Câmara e da própria votação da PEC das Prerrogativas.

Sigo agora empenhado para que o STF ou o Senado Federal corrijam os erros cometidos, inclusive aquele do qual participei ao aprovar, ainda que por razões táticas, o texto-base da PEC.

Reafirmo meu compromisso com a democracia, a transparência e os interesses do povo do meu Piauí e de todo o Brasil.

Merlong Solano

Deputado Federal do Piauí

Lá vem!!!

Ana Paula Henkel diz que americanos estão buscando informações sobre Tagliaferro e suspeita-se que os EUA já se preparam para declarar as eleições de 2026 no Brasil como ilegítimas, usando inclusive o voto de Fux no STF, na sessão que condenou Bolsonaro a 27 anos e três meses de cadeia.

O recado

Hugo Motta foi claro: “Sempre que alguém se declarou dono da verdade, o país perdeu. O plenário é soberano, é o coração da República.”

Esse recado tem endereço certo, o vizinho ao lado, Davi Alcolumbre.

Advogado mutação

De advogado ostentação, Nelson Wilians ganhou novo apelido, depois que na CPMI insistia no “não tenho nada a ver com o objeto da investigação”.

Agora o chamam de “advogado mutação”.

Foto: ReproduçãoNelson Willians, advogado
Nelson Willians virou o “advogado mutação”

Perdeu, Peninha!

Agora se comprova porque o nível do Senado era tão baixo. O senador Rogério Marinho descobriu que Eduardo Bueno, o Peninha, era presidente do Conselho Editorial do Senado.

Não vai não!

Parece ser decisão de Brasília, mas Julio Cesar Lima dificilmente sairá candidato ao Senado na mesma chapa do governador Rafael.

E já se especula que outro personagem entra forte no cenário para o Senado.

João Vicente Claudino pode ser candidato ao Senado.

Ele tem aparecido bem em pesquisas.

Foto: Moreira Mariz/ Agência SenadoJoão Vicente Claudino
JVC virou opção para o Senado

Campanha aberta

Está escancarado. A olho nu. E é só o que se diz, que o secretário de Segurança do Piauí, Chico Lucas, tornou-se um dedicado cabo eleitoral do advogado Mário Basílio, que se converteu num candidato oficial do Palácio de Karnak à vaga de desembargador do quinto constitucional escolhido pela OAB.

Lucas faz campanha aberta e o advogado embarca em reuniões políticas que vão de vereador de Teresina a deputados estaduais.

Foto: Edição do Portal AZ/ReproduçãoChico Lucas
Chico Lucas e o trabalho pela candidatura do amigo

Bem ruim

Quando a escolha de um desembargador, que deveria se circunscrever à corporação funcional que ganhou constitucionalmente esse privilégio, se transfere para a seara político-partidária e ganha chancela oficiosa de um secretário de Estado da Segurança, alguma coisa está fora da ordem.

Foto: ReproduçãoMario Basilio, o dono da vaga?
Mario Basilio, o dono da vaga?

Razão

Isso dá razão ao burburinho crescente e interminável de que, a despeito de o processo eleitoral só se “iniciar” na próxima segunda-feira, este será um jogo jogado e com vencedor declarado, o próprio Mário Basílio.

Como vai ser

A eleição para desembargador do TJ-PI na vaga destinada à advocacia se realizará em várias etapas, sendo que a primeira ocorrerá na próxima segunda-feira (dia 22), momento em que todos os advogados do estado poderão votar.

Depois o Conselho Seccional da OAB se reúne, tira seis dos 12 nomes mais votados, envia essa lista ao Tribunal de Justiça, que derruba três e mantém três nomes, enviando lista tríplice ao governador.

Arquitetura?

Olha só o que se dá em Floriano: está em curso um projeto arquitetônico, entre aspas, para o cais do rio Parnaíba, com grande simbologia histórica e econômica na cidade.

O projeto tem, segundo críticos, a degradação do símbolo da cidade chamada de Torre do Cais, que com a proposta se converte em um vidro de compota da vovó e ainda atropela Lei Municipal do Patrimônio.

Foto: ReproduçãoA praça em Floriano
A praça em Floriano

Um horror

A coluna já tocou nesse assunto meses atrás aguardando que os responsáveis pela “melequeira” resolvessem.

Mas a coisa segue, horrorosa.

Foto: ReproduçãoPraça

Quiosque

Como todos esses projetos revitalizadores, esse traz o quiosque no combo. Sim, quiosque. O que todo arquiteto gosta de fazer é soltar o traço. Normalmente é algo instagramável.

Mas para que ninguém se perca, no croqui tem o nome “caixa” na construção.

Foto: ReproduçãoCaixa

Cadê os pilares?

Os que olham o projeto com acuidade tentaram e não conseguiram encontrar os pilares de uma cobertura em telha canal.

Os pilares não se encontram com as vigas.

Estão brigados.

Balaústres

Tem outro reparto: os balaústres propostos no projeto provavelmente estão fora do dicionário e das regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Teriam os “insolentes” balaústres sem merecimento deste nome o propósito de impedir que as pessoas tenham acesso ao cais?

Solarium

Mas a cereja no bolo arquitetônico é o solarium, talvez porque quem fez tenha se dado conta de que, como no Piauí faz muito frio, nada como tomar sol e pegar um carcinoma. Nem parece que essa pessoa já ouviu falar em Mudanças Climáticas e Arborização Urbana.

Proposta

Essa é uma proposta para a Urbanização da Orla da Beira-Rio de Floriano, Piauí.

Nem dá para acreditar em tanta pobreza criativa, numa obra não licitada, em projeto que fere regras legais de preservação do patrimônio histórico do município e normas similares do Iphan e que ignora a necessidade de arborização.

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