Sarney, presidente, alertava sobre como se comportar no cargo
Para os modos de hoje, nem Lula e nem Bolsonaro se enquadram na liturgia do cargo
A liturgia do cargo
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No seu governo (1985/1990), Sarney criou a expressão “liturgia do cargo” para definir os limites até onde pode o presidente ir, estar e com quem se acompanhar.
Escreveu: “até onde o comportamento na vida privada se confunde com o da vida pública?”
Rafael Fonteles parece não ter lido essa parte.
Vida privada
Em parte alguma uma autoridade da envergadura de um governador de Estado recebe em espaço de sua mais absoluta intimidade, o lazer em família, pessoas que tenham milionários negócios no governo.
Principalmente em se tratando de negócios nebulosos, suspeitos.
A colaboração
Rafael falou depois da operação da Polícia Federal. Disse: “determinei que a Sesapi colaborasse”.
Colaborar em que se a operação foi de surpresa, com cumprimento de todos os mandados!?
Gerente de crise
A gestão Rafael está precisando de um gerente de crise e não de amigos e oportunistas para rodear o governador em momentos de Dolce deleite”, e nessas horas quererem do governo o que não podem ter.
Alguém apareça para aconselhar o governador.
Lula e Bozo não são exemplos
No texto sobre “liturgia do cargo” se diz: “Se analisarmos os comportamentos tanto de Lula como de Bolsonaro, enquanto presidentes da República, a liturgia do cargo passou ao largo. Não se comportam e nem se comportaram como Estadistas. Declarações tendenciosas, brincadeiras inapropriadas, vocabulário chulo são alguns comportamentos inapropriados para quem dirige o país”.
Falando nisso…
Cadê os inquéritos federais das operações policiais que chegaram a invadir até o Palácio de Karnak nas temerárias gestões Wellington Dias?
Fundo Eleitoral
O Fundão (Fundo Eleitoral) para as eleições de 2026 é de R$ 5 bilhões.
Não há país no planeta que reserve tanto dinheiro para politico comprar votos.
Coisa do Brasil, que criou a profissão de político.
O amigo secreto
A policia está atrás (ou ja pegou?) dos planos de voo em diversas viagens feitas por Bruno Santos.
Ao que parece, todas as saídas foram do aeródomo Canaã.
Valeu, kennedy
Elogiável o comportamento do presidente do TCE Kennedy Barros. Ele viajou na comitiva para a China, conviveu com Bruno Santos, um dos presos pela PF, sabendo da operação que seria deflagrada e não abriu o bico.
Merece um premio.
Olha lá, Fufuca!
Ciro Nogueira avisa ao deputado Fufuca: ou ele deixa de ser ministro de Lula ou deixa o partido.
“Ele vai perder o comando do PP no Estado dele”, avisa Ciro.
Emendas de vereadores
O prefeito Emanuel, de Parnaiba, está ameaçando não pagar as emendas individuais dos vereadores que não são de sua base.
Ele acusa que os edis estão querendo favorecer entidades ligadas a amigos e familiares.
Segundo Emanuel, os parlamentares estariam “legislando em causa própria”, direcionando recursos para entidades associativas ligadas a amigos, familiares e correligionários.
Ele vai bater na justiça.
Olha eles aí!
Em texto encaminhado à coluna aparecem varios vereadores.
“O caso da vereadora Neta Castelo Branco, que tem relação com a Associação de Moradores do bairro Betânia, presidida por uma servidora da prefeitura próxima à parlamentar;
o vereador Batista do Catanduvas, ligado à associação de moradores presidida por seu próprio irmão; e o presidente da Câmara, Daniel Jackson, apontado como coordenador geral do grupo cultural “Rei do Cangaço”, que também recebe recursos.
Mamada
O prefeito Emanuel chama isso de uma “mamada que acabou”.
E tu, Francisco?
Bom que o prefeito também procure agir com transparência, que é o que a população mais cobra e exige e tem visto coisas nebulosas acontecer na gestão.
Aí gosta de “se amostrar?”
Não deve ser coincidência a Corvete branca de quase R$ 2 milhões colocada estrategicamente para ser lavada logo no dia em que a Polícia Federal sai procurando carros e ricos proprietários, fartos em dinheiro lastreado nos recursos públicos, desviados de secretarias.
E a mulher, logicamente, é apenas mais uma curiosa…