Direto da Redação: deputados do Piauí nas emendas de Arthur Lira
É como diz a modinha popular, no caso das emendas parlamentares, se gritar “pega ladrão, não fica um, meu irmão”?
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Deputado ouvido
O deputado federal Dr. Francisco, do PT do Piauí, consta da lista de seis parlamentares ouvidos no inquérito em que investiga Mariângela Fialek, ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara.
Tanto o petista piauiense quanto os outros cinco congressistas ouvidos depuseram na condição de testemunhas.
Ele deve saber tudo sobre os investigados. Mas é ético, deixa a mídia descobrir.
Peixão
As investigações estão beirando o frechal da casa de um outro parlamentar que é especialista em tudo que dá dinheiro.
Controle
A investigada exerceria controle de desvios de emendas parlamentares, decorrentes do orçamento secreto.
Na decisão que pautou operação de busca e apreensão contra a ex-assessora, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sugere que Mariângela indicava para onde seriam feitos os repasses "em benefício de uma provável organização criminosa voltada à prática de desvios funcionais e crimes contra a administração pública e o sistema financeiro”.
Emendas religiosas
Conta a colunista Vera Rosa, do jornal O Estado de S Paulo, que ouviu de um ministro do STF que as chamadas emendas pix têm uma significativa parte considerada “religiosa”, dado o fato de que as obras para as quais se destinariam existem apenas no papel e um terço do valor remetido vai para a conta do congressista que indica a emenda.
Peixes grandes
Diz ainda a colunista que na Câmara “não são poucos os homens engravatados que temem diligências da Polícia Federal sobre compra e venda de emendas, muitas vezes com lavagem de dinheiro de atividades ilícitas por meio de fintechs. Tudo isso atinge o coração da política”.
Estrutura
Segundo a colunista, no Maranhão, a Polícia Federal descobriu a existência de uma “estrutura armada”, a serviço da organização criminosa, para exigir de prefeitos a devolução de parte do dinheiro das emendas.
Pacovan
Um agiota chamado Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan, era que operava o esquema. Ele emprestava os recursos aos parlamentares e intermediava os negócios com prefeituras. A verba era devolvida ao empresário com o desvio das emendas.
Segundo a colunista “Pacovan virou uma espécie de “holding” do crime organizado no Maranhão.
Na bala
De tão bom e perigoso, Pacovan foi assassinado.
Por isso aos que segurm vivos e representam uma biblioteca ambulante, todo cuidado nessa hora.
No Maranhão eles gostam de se livrar dos incômodos na bala.
E pode?
De uma canetada Alexandre de Moraes anulou a decisao da Camara dos Deputados e cassou o mandato de Carla Zambeli.
Falso amigo
Que amizade é essa deLula com Macron se o presidente francês é terminantemente contra o acordo Mercosul e Inião Europeia?
Lurdes Melo, ladra?
Que historia esquisita é essa de a professora e candidata a tudo no Piaui Lurdes Melo ter sido presa, levada ao DP sob suspeita de pequeno furto?
Deu a louca no mundo?
É de ouro
Na porta da delegacia segundo video exibido pelo Meio (MN) Lurdes aparece sendo levada oara a delegacia acusada de ter roubado um colar (cordao de ouro) num apartamento que ela teria confundido como de sua filha.
História esquisita. Esquisitissima.