Direto da Redação: Intervenções estaduais alertam a Fifa
O estatuto da CBF impõe às federações filiadas o dever de gerir seus assuntos sem interferência externa
Intervenções
As intervenções judiciais nas federações de futebol do Piauí e do Maranhão levaram a FIFA a emitir carta formal à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), manifestando preocupação com possível interferência estatal na gestão do futebol brasileiro.
Carta da FIFA cita risco à autonomia
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No documento, datado de 22 de dezembro de 2025, a FIFA afirma que decisões judiciais envolvendo as federações estaduais “colocam em xeque” a autoridade da CBF e podem caracterizar influência indevida de terceiros, o que viola os artigos 14 e 19 do Estatuto da entidade.
Piauí e Maranhão no cerne no problema
Segundo a comunicação oficial, os dois casos citados, Federação Maranhense de Futebol e Federação de Futebol do Piauí, foram apontados pela CBF como exemplos de medidas externas que ameaçam os princípios de independência, autorregulação e governança democrática do futebol organizado.
Risco de sanções ao Brasil
A FIFA lembra que, mesmo quando a interferência não decorre de ato direto da entidade nacional, a simples violação da autonomia pode gerar sanções, inclusive suspensão da CBF, conforme previsto no Estatuto da federação internacional.
Recado também aos estados
O texto destaca que o próprio estatuto da CBF impõe às federações filiadas o dever de gerir seus assuntos sem interferência externa, reforçando que decisões judiciais locais podem ter impacto direto no futebol brasileiro como um todo.
FIFA pede comunicação aos envolvidos
Ao final, a entidade internacional solicita que a CBF informe “todos os atores relevantes no Brasil” sobre o teor da carta e mantenha a FIFA atualizada sobre novos desdobramentos, indicando que o tema seguirá sob monitoramento direto..
O preço da ganância por votos
Júlio César pode pagar caro o preço da ganância por votos de seu filho Georgiano.
Fonte revelou à coluna que mais da metade dos futuros candidatos a deputado estadual do MDB apoiam, vão votar e pedir o segundo voto para Ciro Nogueira em 2026.
O primeiro voto é do Marcelo Castro.
Candidatos já calculam a idade que Marcelo e Júlio César terão ao final de 2034, ambos perto dos 90 anos.
Chapa septuagenário
Os candidatos fazem as contas de quantos anos terão Marcelo e Júlio César ao final de 2034.
Os dois estariam beirando os noventa anos.
Etarismo
Esse estarismo eleitoral tem dois lados. O primeiro vai ser a corrida pra saber quem será o primeiro suplente dos favoritos.
O segundo: não tem mais mandatos pra Marcelo e Júlio depois de 2034.
Perspectiva de poder é variável considerada no pragmatismo político.
Familiares
Já se sabe que para garantir o MDB unido, Marcelo deve entregar as vagas de suplente para o próprio partido.
Júlio e o parente
Mas Júlio César deve escolher um parente ou aderente para a segunda suplência. A primeira estaria sendo tratada em comum acordo com Wellington Dias.
Parente do índio?
Um cavalheirismo digno dos ingleses. Afinal, Wellington deu carona para Juçara chegar ao Senado. Porque retribuir e levar um parente de Wellington na garupa?
Silêncio total, mas nem tanto
Wellington Dias e Ciro Nogueira, diz uma fonte, conversam de manhã, de tarde e de noite. Será?
Bate menos
A fonte garante e até reproduz um dos diálogos: "bate menos pra não perder os votos petistas".
Contrato prorrogado
A Polícia Militar do Piauí prorrogou por mais um ano um contrato que mantém com a empresa Henrimar TáxI Aéreo Ltda. para prestação de serviços contínuos de locação de aeronave de asas rotativas multimissões, no valor de R$ 7,677 milhões.
Conflito de interesse
Quando um ministro da Suprema Corte de um país escolhe ignorar conflitos de interesse, há certamente algo de muito errado na cultura da gestão pública, que alegremente aquiesce essa prática.
E olhe que não é por ausência de código de ética e de conduta ou por leis coibitivas à prática.
É só mesmo a dissimulação de sempre.
Mais uma secretaria
Criar secretarias de Estado é praticamente um esporte praticado do modo rotineiro aqui no Piauí.
O governador acaba de baixar um decreto para transformar o cargo de diretor-geral do Instituto do Saneamento Básico do Piauí - ISBPI, em secretário de Estado do Saneamento Básico.
Na mesma canetada, nomeou Magno Pires Alves Filho para o cargo que já ocupava.
Magno é o pai do deputado estadual Henrique Pires, do MDB. E, ao que parece, “pau para toda obra”.
Uma em duas
Neste ano, para acomodar o petista histórico João de Deus Sousa e o neopetista Zé Santana, a quem deu a tarefa de liquidar a Agespisa (não concluída, frise-se), o governador aprovou uma lei na cordata Assembleia Legislativa para repartir em duas a Secretaria de Assistência Social e Trabalho.
Santana ficou com a Secretaria do Trabalho e João de Deus com a assistência social.
Quatro em uma
No começo do governo, Rafael Fonteles criou quatro pastas na área rural: Secretarias de Agricultura Familiar, de Agronegócio e Empreendedorismo Rural, de Irrigação e Infraestrutura Hídrica e de Defesa Agropecuária, esta última agrupando os serviços do Emater e Adapi.
Quantas?
Com a criação da Secretaria de Saneamento Básico, o governador chega a 28 pastas na administração direta.
Mas tem ainda as coordenadorias, que somam três – duas delas com “status” de secretaria de Estado, para que possam ser ocupadas por políticos com mandato.
As pastas
Tratam-se das Coordenadorias de Desenvolvimento dos Territórios, ocupada pelo vereador Gustavo Carvalho, e de Combate às Drogas e Fomento ao Lazer, atualmente sob comando da deputada estadual Simone Pereira, do MDB.
Autarquias, etc.
O governo conta ainda com dez autarquias, uma empresa pública (Companhia Ferroviária, vulgo Metrô, que faz calçamento no interior do Estado), cinco empresas de economia mista, quatro fundações, além da PM, Corpo de Bombeiros, Ouvidoria e Procuradoria-Geral do Estado.
Na soma de tudo, 54 órgãos na administração pública do Piauí.
Mudanças
Antes de deixar a pasta, o candidato de Rafael a vice-governador, Washington Bandeira, assinou portaria mudando o nível de 927 professores.
Parece uma coisa boa, mas considerando que essas mudanças estavam represadas há anos, é apenas “bondade pré-eleitoral”.