Direto da Redação: Agiota ameaça surra em devedor no Piauí
A dívida já chegou a R$ 300 milhões que envolve outros, que agiram como avalistas
Ameaça sem volta
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Olha só como está o Brasil: soube-se hoje que um agiota maranhense ameaçou fisicamente um seu devedor aqui do Piauí.
E sabe quem é o devedor? É bom não. A não ser que o valente usuário cumpra a promessa.
Aí se vai saber das suas macetadas no pobre lombo do devedor.
Segunda geração
O agiota valentão é da segunda geração que labuta com essa atividade na região.
E o devedor é gente importante. Muito importante que a metade dos piauienses ou mais que isso, lhe faz reverência.
Os avalistas
Parece que tem mais gente ameaçada. Seriam os que avalizaram a negociação. Só que contra esses, arrojados empresários (news richs, pode-se dizer), a ordem é mais impiedosa: o cancelamento do CPF.
Quanto é?
Quem conhece, diz que só com esse agiota do Maranhão, a dívida chega a R$ 300 milhões.
Mas parece que o desafortunado do Piauí tem outros débitos com outros agiotas.
ORAÇÃO DO DIA!
Oi, Deus! Obrigado(a) por nunca soltar a minha mão nos momentos em que sinto que não vou conseguir. Eu acredito que um dia tudo isso vai passar e que uma nova história muito feliz, vitoriosa e próspera será escrita na minha vida. Amém!
Versículo do dia:
_“Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria”. (Salmos 30,11)_Bom dia! A paz do senhor Jesus Cristo 🙌
Perdas agrícolas
A irregularidade de chuvas no Piauí no fim do ano passado e no começo deste ano desautoriza qualquer otimismo quanto a boas colheitas – sobretudo na agricultura familiar.
Os indicadores oficiais da Secretaria da Defesa Civil já sinalizam para perdas de sementes plantadas no final do ano passado.
Menos água
Outro problema são os estoques hídricos. Com dois anos de chuvas irregulares, mal distribuídas no espaço e no tempo, há substancial queda nas reservas de água em solo e, sobretudo, no subsolo. Não houve chuvas o bastante para repor os estoques.
O drama da escassez de água no semiárido deve permanecer em 2026.
Faltam barragens
Enquanto o Ceará construiu 14 grandes e médias barragens entre 2003 e 2022, no Piauí nenhuma nova barragem foi feita ou concluída no mesmo período.
Duas grandes barragens – Tinguis, em Brasileira, e Atalaia, em Júlio Borges – se arrastam há duas décadas. Nem o governo do Piauí nem da União se esforçaram para que as duas obras hídricas fossem feitas.
Faz tempo
O Piauí construiu suas maiores barragens nas gestões dos governadores Freitas Neto (1991-1994) e Mão Santa (1995-2001).
Nos governos do PT, iniciados em 2003 com a posse de Wellington Dias, nenhuma grande barragem foi feita e, por imprevidência, perdeu-se a barragem de Algodões, em Cocal, com nove pessoas mortas.
Obras paradas
O governo estadual até fez projeto e deu início à obra de uma nova barragem abaixo de Algodões, no rio Pirangi, em Cocal, mas a obra está paralisada.
Duas grandes barragens projetadas no Piauí, Castelo, no rio Poti, e Milagres, no rio São Nicolau, nunca saíram do papel.
Barragens no Ceará
O Ceará construiu e inaugurou desde 2003 as seguintes barragens: Castanhão (6,7 bilhões de metros cúbicos), em 2003; Figueiredo (519,6 milhões de metros cúbicos), em 2013; Taquara (274 milhões de metros cúbicos), em 2012; Arneiroz II (197 milhões de metros cúbicos), em 2005; Missi (65,3 milhões de metros cúbicos), em 2011; Gameleira (52,6 milhões de metros cúbicos), em 2012; Jenipapeiro (43,4 milhões de metros cúbicos), em 2012; Umari (35 milhões de metros cúbicos), em 2011; Manoel Lopes (34 milhões de metros cúbicos), em 2007; Faé (24,4 milhões de metros cúbicos), em 2004; Riacho da Serra (23,4 milhões de metros cúbicos), em 2011; Mamoeiro (20,4 milhões de metros cúbicos), em 2012; Diamantino II (17,1 milhões de metros cúbicos), em 2014; e Macacos (10,3 milhões de metros cúbicos), em 2007.
MST
Lula tá em baixa com parte do MST. No evento em Recife, grande parte das mulheres do grupo foi proibida de participar do evento.
O Master no crime
Quem imaginou um rombo de R$ 12 bilhões no escândalo do Banco Master, enganou-se redondamente. O esquema que contou com a Reag Trust Distribuidora, supostamente ligada à lavagem de dinheiro, já gerou um potencial de desvio de mais de R$ 30 bilhões. Uma montanha de dinheiro distribuída entre políticos e empresários.
Papel da mídia
Que venais, parciais, esses repórteres da CNN que se referem ao evento da Caminhada como “Nikolas e sua equipe” . Mesmo diante de uma multidão se milhares de pessoas.
Tabo preso, jabá garantido.