Direto da Redação: Fala, Isabel, fala! E cobra investigação na Seduc
A primeira dama seguramente não tem nada com isso, mas o negócio na Seduc deixou brechas
O apelo pelas crianças
Dona Isabel, esposa do governador Rafael e que foi copartícipe da assinatura do Pacto pelas Crianças, com o então secretário de Educação, Washington Bandeira, precisa vir a público exigir explicações sobre essas suspeitas de que o programa vazou dinheiro dos mais de R$ 40 milhões investidos.
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A ação da primeira-dama
Séria e sobre a qual não tem por que pairar qualquer suspeita, Dona Isabel certamente visou o bem-estar de milhares de crianças no Piauí. É por isso que até os jornalistas do Portal AZ apelam à primeira-dama para exigir - primeiro do marido - e dos órgãos de controle que tirem tudo isso a limpo.
Coisa séria
Segundo se divulgou, o programa passou a ser apresentado como a mais ambiciosa política pública de primeira infância do governo estadual, com foco em crianças de zero a seis anos espalhadas pelos 224 municípios piauienses. Os números institucionais são expressivos: mais 200 mil crianças beneficiadas, 212 mil alunos alcançados pelo PPAIC, 38.790 atendimentos médicos etc…
Não foi assim, não
Mas, para além dos números de comunicação institucional, o Pacto tem uma face menos fotografada ou menos fotografável: a das licitações que sustentam sua infraestrutura. É nessa dimensão que um documento obtido com exclusividade pelo Portal AZ - derivado da análise de um relatório de um órgão de fiscalização e controle do Estado - revela um cenário de insegurança jurídica, contradições procedimentais e uma execução que se arrastou por mais de 18 meses.
Por conta dos últimos acontecimentos dentro do PT, o resultado é um partido tensionado, dividido entre interesses individuais, lealdades antigas e disputas por sobrevivência eleitoral.
E o governador Rafael, no meio disso tudo, tenta manter o equilíbrio.
Rafael apaga incêndios
E evita confrontos. Administra egos. Tenta proteger alianças.
Mas cada recuo público deixa uma marca.
E a pergunta que começa a surgir no ambiente político do Piauí é inevitável: até quando o governo conseguirá manter a unidade interna do PT sem pagar um preço eleitoral por isso?
ORAÇÃO DO DIA!
Oi, Deus! Entrego este novo dia e todos os meus planos em Tuas mãos. Que prevaleça sempre a Tua vontade, pois os Teus planos são maiores e melhores que os meus. Amém!
Versículo do dia:
“Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei”.
(Salmos 40,8) BOM DIA! A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO.
Dr. Reynaldo França e Arimateia Azevedo
Na noite desse domingo, deu-se um encontro de duas personalidades que praticamente iniciaram, na mesma época - começo dos anos 70 - suas carreiras profissionais: o médico Reynaldo Tajra França e o jornalista Arimateia Azevedo.
O encontro, fortuito, deu-se no Favorito Forneria, em Teresina.
A história de um plantão
Arimateia Azevedo contou à mesa - de Reynaldo, de irmão, filho e genro dele - que ambos se conheceram num plantão de Reinaldo, recém-formado, no Pronto Socorro do HGV. Azevedo havia acompanhado um amigo acidentado e encontrou Reynaldo conversando com populares e motoristas de táxi. O médico contava casos de sua recém-formatura no Ceará. O jornalista disse que estava indo fazer vestibular em São Luís - à época não existia em Teresina.
E aí vem a palavra mágica, incentivadora de Reynaldo: “vá, cada piauiense que disputa trabalho lá fora é um deles a menos”.
Arimateia Azevedo foi, disputou uma vaga no jornal O Imparcial e, certamente, um ludovicense deixou de ganhar. Era, bem diferente de hoje, o peso/valor do mérito.
E assim, contou Arimateia, foi por onde passou e Dr. Reynaldo, 81 anos, completava: “um a menos”.
Um detalhe: até ontem, os dois nunca haviam se encontrado.
Victor Paixão desembarcou
O vereador Victor Paixão (PSD), de São Raimundo Nonato, resolveu mudar de lado. Aliado histórico da família Castro na região, ele anunciou que não fará mais campanha para o governador Rafael Fonteles (PT).
Em tom de desabafo, mandou o recado: disse que o grupo governista “teve muito tempo de 2003 para cá” e que, agora, ficará “do lado da mudança”.
Não será o primeiro e nem o último
O movimento é mais um sinal de desgaste em bases do interior que, até então, orbitavam com relativa fidelidade o núcleo político ligado ao Palácio de Karnak.