Direto na Redação: polícia forjou dados para prender donos de postos?

Como revelado pelo Portal AZ, denúncia do MP Piauí sequer incluiu o crime de organização criminosa

A boataria é grande

De que essa operação policial em que prenderam os donos dos postos de gasolina foi inventada.

Para criar repercussão nacional que, coincidentemente, tornou Chico Lucas secretário nacional de segurança pública.

Foto: Foto: Divulgação / AscomPosto interditado na Operação Carbono Oculto 86
Com os desdobramentos na Justiça, muita coisa vai ser mudada nessa Operação Tik Tok

Quem vai pagar por isso, meu senhor?

Rafael, Rafael, essas coisas voltam que nem bumerangue.

De efeito devastador.

Delegados tiktok

Chega a ser assustador se imaginar que a polícia tenha criado todo um cenário para prender inocentes para obter resultados que não os verdadeiros.

Ah, existem os delegados tiktok, amparados por um governador midiático. O que esperar?

Operação esvaziada

A decisão da Justiça que anulou parte do inquérito da Operação Carbono Oculto no Piauí produziu um efeito imediato, esvaziou um dos pilares da narrativa que sustentava a ligação entre empresários locais e o PCC. Ao invalidar relatórios do Coaf por vício de origem, o juiz não apenas trancou a investigação específica, mas também retirou do processo elementos que haviam sido usados para justificar medidas duras, como bloqueios milionários e interdições. O caso passa a expor um problema recorrente: investigações que começam com grande impacto público e, ao avançarem no crivo judicial, perdem sustentação técnica.

PCC ficou em São Paulo

Como já havia sido revelado pelo Portal AZ, a denúncia do Ministério Público no Piauí sequer incluiu o crime de organização criminosa. A conexão com o PCC, que deu o tom inicial da operação, ficou restrita às investigações conduzidas em São Paulo.

Aqui, no estado, restaram acusações de fraude contra o consumidor, adulteração de combustíveis, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Crimes graves, sem dúvida, mas distantes do peso simbólico que mobilizou a opinião pública no início do caso.

Origem sob suspeita

A anulação do inquérito reforça dúvidas sobre a gênese da investigação. O caso teve como ponto de partida um relatório de inteligência sem autoria identificada, baseado em “rumores”, produzido antes mesmo da abertura formal do inquérito. Esse documento serviu de base para uma escalada investigativa que incluiu fechamento de postos e bloqueio de cerca de R$ 348 milhões.

Agora, com o reconhecimento de irregularidades no uso de dados financeiros, cresce a pressão sobre os critérios adotados desde o início da apuração.

Da vitrine ao desgaste

A Operação Carbono Oculto foi tratada como vitrine da atuação do secretário de Segurança Pública, Chico Lucas, projetando seu nome para além do Piauí e abrindo espaço para inserção nacional sobre combate ao crime organizado.

Afinal, o que faz Chico Lucas nesse cargo?

Foto: AscomChico Lucas
Chico Lucas virou secretário nacional de Segurança Pública. E faz o quê?

O ativo político que desgastou

Com a anulação de parte relevante da investigação e o enfraquecimento da tese de ligação com o PCC no estado, o que antes era ativo político passa a gerar desgaste. Inclusive na imagem de Rafael. Nos bastidores, a leitura já é clara de que uma operação que impulsionou voos mais altos agora cobra o preço de ter avançado além do que as provas conseguiram sustentar.

Entre policiais se ouve: quem foi de avião vai voltar de ônibus.

Foto: CcomRafael Fonteles
Rafael Fonteles deve acionar a corregedoria de Polícia. O que se comenta sobre a tal operação é grave. Mas parece que o Governo pouco investiga

Para, Francisco, para

Prefeito Francisco de Parnaíba fez panfletagem nas redes sociais com sua foto e a da sua ex-protetora Gracinha Moraes Sousa, destacando que ele foi absolvido e ela condenada por panfletagem (a favor dele), na campanha passada.

Elementar, mané, tu era (como hoje) um zero à esquerda. Ela terminou pagando, só agora, pela vitória que deu ao então protegido que, mal agradecido, virou inimigo.

Foto: ReproduçãoFrancisco “se inocentando” e rindo da “desgraça” da madrinha
Francisco “se inocentando” e rindo da “desgraça” da madrinha

Olha, olha!

Em entrevista à BBC Brasil, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias (PT), coordenador político da campanha à reeleição de Lula (PT), disse que não é tão grave quanto se comenta o recorrente déficit de popularidade do presidente.

Olha o índio shopee com suas manhas. Isso é o que ele deve estar dizendo ao próprio Lula.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência BrasilMinistro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias
Wellington Dias tá inventando as “pesquisas internas” que garantem a vitória de Lula. Conversa de político mentiroso, derrotado

Aprovação de faz de conta

Segundo a avaliação dele, pesquisas internas encomendadas pelo PT e pelo governo mostrariam níveis de aprovação superiores aos detectados por institutos como o Datafolha.

Mas as ruas desmentem os dados, inclusive no Nordeste, bastião do petismo no país.

A velha arte da “pesquisa interna” que mostra outro resultado.

Pobre Lula, pegou para cuidar da campanha o maior contador de causos.

Problemas que o índio não conta

A questão no Nordeste é que Lula precisa fazer dois movimentos: o de evitar perda de intenções de voto e de subir, se possível, sobre seu já enorme capital eleitoral na região.

Se a oposição avançar em 15% no Nordeste, Lula pode e deve se preocupar, porque terá de compensar essas perdas onde seus adversários já são fortes, no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

ORAÇÃO DO DIA!

Oi, Deus! Não sei o que me aguarda no dia de hoje, mas sei que o Senhor já está lá e que tudo ficará bem.

Obrigado(a) por cuidar de tudo, Pai. Amém!

Versículo do dia:

“Praza-te, Senhor, em livrar-me; dá-te pressa, ó Senhor, em socorrer-me”.

(Salmos 40,13) BOM DIA! A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO

Rádio das Confusões

O Instituto Serra das Confusões foi autorizado a operar, pelo prazo de dez anos, sem direito de exclusividade, o serviço de radiodifusão comunitária no município de Jurema, sudeste do Piauí.

Água cara

O Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi) vai construir um sistema de abastecimento de água na zona rural do município de Esperantina a um custo de R$ 3,198 milhões.

Dinheirama

O Instituto de Metrologia do Piauí contratou a empresa Pontual Empreendimentos Ltda., de Vitória da Conquista, na Bahia, para “eventual e futura prestação de serviços de atividades acessórias e complementares, de natureza contínua ou sob demanda, visando a atender as necessidades institucionais e operacionais”.

Não se sabe exatamente o que é isso, mas ia custar uma grana preta: R$ 60.034.046,40.

Ao que parece, o TCE sustou essa brincadeira.

Festa tur 1

A Secretaria de Estado do Turismo do Piauí pagou R$ 100,4 mil pela apresentação da banda de Lorim Vaqueiro, programada para 18 de abril, sábado, na 7ª Agrofeira da Cidade de Corrente.

Festa tur 2

A Setur, em sua ação para promover o turismo no Piauí, reservou R$ 250 mil para pagar a banda Tropycália, que se apresentará em 2 de maio na cidade de Itaueira, durante a I Grande Vaquejada e Festa do Trabalhador.

Festa tur 3

Ainda para que o turismo alegremente cresça, a Setur tem um contrato de R$ 147,9 mil para pagamento da apresentação da banda Balancear, durante a Festa do Vaqueiro, em Landri Sales, marcada para 30 de abril.

Festa tur 4

A mesma banda Balancear vai receber R$ 150 mil da diligente Secretaria de Turismo do Piauí para se apresentar no Festival Cidade Junina, marcado para acontecer em Picos no dia 6 de junho.

Foto: Reprodução“Não há debate”: Fábio Novo rejeita reaproximação do PT com Ciro Nogueira
Fábio Novo vai encerrar esse governo como o maior forrozeiro.  Dinheiro do povo pagando banda

Banheiros

A Prefeitura de Anísio de Abreu vai gastar R$ 1,490 milhão em obras para fazer melhorias sanitárias domiciliares (banheiros) em áreas rurais do município.

Tomara que faça bem-feito.

Obra

A Prefeitura de Bom Jesus contratou uma empresa de Teresina, a R. M. Amorim, por R$ 3.054.180,13, para fazer unidades habitacionais no município.

Também deverá pagar R$ 1,499 milhão à empresa Construtora Exata, com sede em Cristino Castro, para construção de um centro esportivo.

O título para JVC 

O ex-senador João Vicente Claudino será cidadão honorário de Fortaleza (CE).

Foto: Moreira Mariz/ Agência SenadoJoão Vicente Claudino
João Vicente Claudino

Por proposição do então vereador  Ziêr Ferrer e iniciativa do também vereador Pedro Matos, JVC receberá o titulo de cidadania no dia 14 de maio no plenário da Câmara de Fortaleza.

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