Direto da Redação: Epa! Não são só Júlio César e Georgiano
O esquema envolve políticos e secretarias. Eles ficam com milhões
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Esquema formado
Essas histórias de que pai e filho (Júlio e Georgiano) assaltaram os cofres do Estado, faturando através de empresa em órgãos públicos, contaminaram o governo.
Há muito a coluna mostra que os políticos têm seu órgão para mandar e surrupiar.
Mas Rafael acha (ou achava) tudo normal.
O esquema
Essa prática começou na gestão Wellington Dias (tudo ele). E se espalhou.
O político fica dono do órgão público e, conforme seus interesses, vai pegando o dinheiro.
Dinheiro muito, que poderia indiciar muita gente.
O esquema 2
Georgiano e o pai Júlio são apenas dois desse esquema corrupto. Mas é o Legislativo e o Executivo.
A coluna divulga quase que diariamente os contratos.
Mas promotor de Justiça acha que seja receita de magonopirol. Não é, não?
Deputado Gessivaldo (MDB)
O deputado estadual Gessivaldo Isaías retornou ao MDB em março de 2026, após passagem pelo Republicanos. O parlamentar disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa do Piauí pela legenda. Gessivaldo já exerceu mandato de deputado federal e ocupa atualmente uma cadeira na Alepi.
Gessivaldo lidera pesquisa
Gessivaldo Isaías aparece em primeiro lugar na pesquisa mais recente para deputado estadual no Piauí. O candidato do MDB recebeu 1,3% das citações, à frente de Rubens Vieira, com 1,2%. O levantamento foi divulgado em 18 de agosto e mostra Gessivaldo entre os nomes mais lembrados para a Assembleia.
Gessivaldo tem grupo organizado
Gessivaldo Isaías mantém um grupo político organizado e é muito conhecido nas bases eleitorais. O deputado possui atuação voltada às demandas de sua região e também reúne trabalhos em outros municípios. Filho do ex-delegado Sargento Pedro, já falecido, estudou parte do ensino fundamental na Unidade Escolar Otávio Falcão, em Porto (PI), onde foi colega do jornalista e professor-pesquisador do Portal AZ, Márcio Felipe. Segundo Márcio, os dois disputavam os primeiros lugares nas notas da turma.
Cury busca espaço no centro
Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência, busca espaço no eleitorado de centro. O partido se apresenta oficialmente nessa faixa do espectro político, embora análises apontem aproximações com a centro-direita. Cury estreou na política com discurso contrário à polarização e defesa de uma alternativa para a disputa presidencial de 2026.
Avante prioriza alianças
O Avante, partido de Augusto Cury, tem perfil pragmático e flexível nas alianças eleitorais. A legenda já estabeleceu acordos com grupos de diferentes correntes políticas, conforme os cenários locais e nacionais. Essa característica faz com que o partido seja situado formalmente no centro, mas também associado, por analistas, à centro-direita.
Avante nasceu como PTdoB
O Avante surgiu em 1989 com o nome Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB), a partir de uma dissidência do antigo PTB. A legenda passou a utilizar o nome Avante em 2017. Atualmente, o partido tem Augusto Cury como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026.
Cury construiu carreira
Augusto Jorge Cury, nascido em Colina (SP), em 2 de outubro de 1958, é médico psiquiatra, professor e escritor. Formado em Medicina, construiu carreira dedicada ao estudo da mente, das emoções e do comportamento humano. Em 2026, ingressou na disputa presidencial pelo Avante, em sua primeira experiência eleitoral.
Teoria sustenta obra
Augusto Cury é autor da Teoria da Inteligência Multifocal, que aborda a construção dos pensamentos e o funcionamento da mente humana. O conceito orientou parte de sua produção intelectual, formada por livros sobre emoções, educação, ansiedade e comportamento. Suas obras alcançaram leitores em dezenas de países.
Cury leva literatura à política
Augusto Cury chegou à disputa presidencial depois de consolidar carreira como psiquiatra, professor e escritor. Autor de livros publicados em mais de 70 países, entrou na política pelo Avante com discurso voltado à educação, ao equilíbrio emocional e à redução da polarização. A candidatura representa sua estreia eleitoral.
Ana Paula: trajetória política
Ana Paula Mendes de Araújo, do MDB, construiu uma trajetória política ligada ao interior do Piauí. Natural de Guadalupe, foi prefeita de Sebastião Leal e chegou à Assembleia Legislativa em 2006. Em 2022, foi eleita novamente deputada estadual e atualmente exerce mandato na Alepi.
Ana Paula tem trajetória política
Ana Paula Mendes de Araújo, do MDB, construiu uma trajetória política ligada ao interior do Piauí. Natural de Guadalupe, foi prefeita de Sebastião Leal e chegou à Assembleia Legislativa em 2006. Em 2022, foi eleita novamente deputada estadual e atualmente exerce mandato na Alepi.
Ana Paula fortalece bases
A deputada Ana Paula mantém atuação política próxima às suas bases, especialmente no Sul do Piauí. O grupo familiar possui trajetória em municípios como Canavieira, Bertolínia, Uruçuí e Sebastião Leal. Em 2026, a parlamentar também tem participado de articulações políticas em diferentes regiões do Estado.
Ana Paula mantém capital eleitoral
Pesquisa realizada entre 8 e 12 de agosto de 2026 e divulgada em 20 de agosto coloca Ana Paula (MDB) entre os nomes mais lembrados para deputada estadual. Ela aparece com 1,06% das citações espontâneas. O levantamento ouviu 1.137 eleitores e tem margem de erro de 2,85 pontos percentuais. Registro TSE: PI-02188/2026. Fonte: Instituto Amostragem/TV Meio Norte.
Brasileiro Mandrake
Pesquisa de Saúde Financeira dos Trabalhadores 2026, da Serasa Experian, mostra que 53% dos brasileiros chegam ao fim do mês sem dinheiro suficiente para pagar todas as despesas. O levantamento ouviu 1.008 profissionais entre 12 e 30 de junho. Com aluguel, mercado, energia e boletos, fechar o mês virou quase um truque de mágica. Fonte: Serasa Experian.
Contas pesam na saúde mental
A mesma pesquisa da Serasa Experian aponta que 51% dos trabalhadores relatam estresse financeiro. Alimentação aparece entre os gastos que mais pressionam o orçamento, citada por 78% dos entrevistados que não conseguem fechar as contas. Despesas domésticas, como luz, água e gás, aparecem em 72% dos relatos. O salário, pelo visto, precisa fazer hora extra. (Fonte: Serasa Experian, 2026).