Fóssil de quase 12 mil anos é encontrado por pesquisadores em Serranópolis
Carvão que foi datado estava junto a esqueleto a cerca de dois metros de profundidade, segundo pesquisador.
Um fóssil de quase 12 mil anos, que pode ser um dos primeiros habitantes do cerrado goiano, foi encontrado por pesquisadores em um sítio de Serranópolis, no sudoeste de Goiás. Segundo um dos coordenadores da pesquisa, Julio Cezar Rubin de Rubin, carvão foi encontrado ao lado de esqueleto que estava a dois metros de profundidade, próximo a outros objetos históricos, como dez crânios de mais de um século.
(CORREÇÃO: na publicação desta reportagem, o g1 errou ao informar que o esqueleto datava de 12 mil anos. Na verdade, o que tem essa idade são os objetos encontrados ao lado dos restos humanos. A informação foi corrigida às 13h13 deste domingo, 7).
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Os primeiros indícios do esqueleto, conforme o professor, foram encontrados em outubro de 2022, mas os restos mortais só foram escavados cinco meses depois, em março deste ano. A escavação, que começou em dezembro de 2021, conta com a participação de mais de 20 profissionais de oito instituições nacionais e internacionais, além do apoio da Polícia Federal (PF).
“Já havíamos encontrado carvão e um artefato lítico perto do pé desse indivíduo. Há uma cronologia de entre 11.900 e 11.700 anos antes do presente. Ele pode ser mais novo, pois pode estar dentro de uma cova, tinha carvão embaixo dele também. Só a continuidade da pesquisa é que vai definir a data exata”, explicou.
Os primeiros indícios do esqueleto, conforme o professor, foram encontrados em outubro de 2022, mas os restos mortais só foram escavados cinco meses depois, em março deste ano. A escavação, que começou em dezembro de 2021, conta com a participação de mais de 20 profissionais de oito instituições nacionais e internacionais, além do apoio da Polícia Federal (PF).
“Já havíamos encontrado carvão e um artefato lítico perto do pé desse indivíduo. Há uma cronologia de entre 11.900 e 11.700 anos antes do presente. Ele pode ser mais novo, pois pode estar dentro de uma cova, tinha carvão embaixo dele também. Só a continuidade da pesquisa é que vai definir a data exata”, explicou.
Os primeiros indícios do esqueleto, conforme o professor, foram encontrados em outubro de 2022, mas os restos mortais só foram escavados cinco meses depois, em março deste ano. A escavação, que começou em dezembro de 2021, conta com a participação de mais de 20 profissionais de oito instituições nacionais e internacionais, além do apoio da Polícia Federal (PF).
“Já havíamos encontrado carvão e um artefato lítico perto do pé desse indivíduo. Há uma cronologia de entre 11.900 e 11.700 anos antes do presente. Ele pode ser mais novo, pois pode estar dentro de uma cova, tinha carvão embaixo dele também. Só a continuidade da pesquisa é que vai definir a data exata”, explicou.
Fonte: G1