MPF aponta que violações do Grok persistem e cobra medidas imediatas da empresa
Órgãos afirmam que plataforma mantém falhas e exigem ajustes e proteção a usuários
O Ministério Público Federal (MPF), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) afirmaram que as violações envolvendo o Grok continuam ocorrendo e demonstram preocupação com os impactos à privacidade e à segurança dos usuários. Os órgãos destacam a necessidade de providências urgentes por parte da empresa responsável pela ferramenta para garantir o cumprimento da legislação brasileira.
Segundo as instituições, as falhas identificadas envolvem o tratamento inadequado de dados e possíveis riscos relacionados à proteção de informações pessoais. O posicionamento conjunto reforça que as irregularidades já haviam sido apontadas anteriormente e que ainda não houve solução suficiente para impedir novas ocorrências, o que motivou a cobrança pública por mudanças.
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As autoridades ressaltam que a atuação coordenada busca assegurar direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor e na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), além de reforçar a responsabilidade das empresas no uso de tecnologias digitais e inteligência artificial. O caso também levanta debate sobre limites e fiscalização de plataformas tecnológicas em operação no país.
Diante do cenário, MPF, ANPD e Senacon defendem a adoção de medidas corretivas imediatas, com maior transparência e controle sobre o funcionamento do sistema. Para os órgãos, a proteção dos usuários deve ser prioridade e o cumprimento das normas é essencial para evitar novos riscos e garantir confiança no uso dessas ferramentas digitais.
Fonte: Agência Brasil