Julgamento de ex-PM acusado de matar Samuel Borges é adiado pela terceira vez
O crime ocorreu na frente do filho da vítima, em fevereiro de 2019
Foi adiada para o dia 31 de maio a sessão plenária de julgamento do ex-policial militar Francisco Ribeiro dos Santos Filho, acusado de matar o cabo Samuel de Sousa Borges a tiros, na frente do filho, em fevereiro de 2019. Essa é a terceira vez que o julgamento é adiado.
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Julgamento de ex-PM acusado de matar Samuel Borges é adiado pela terceira vez (Foto:Reprpdução)
A sessão estava marcada para ocorrer nesta terça-feira (24), mas foi adiada pelo juiz Antônio Reis de Jesus Nollêto, da 1ª Vara do Tribunal Popular do Júri de Teresina.
A defesa do acusado ainda requereu a substituição de uma testemunha, alegando que ela se nega a prestar depoimento durante a sessão.
Francisco Ribeiro dos Santos Filho, em junho de 2021, foi transferido para um presidio do Piauí. Ele estava preso em São Luís (MA).
Expulsão
Em 26 de abril, o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Miler Portela e Silva assinou a expulsão do PM.
“Excluir, a bem da disciplina, das fileiras da Polícia Militar do Estado do Maranhão, do Quadro da Secretaria de Estado da Segurança Pública, o Soldado PM Francisco Ribeiro dos Santos Filho, com base na Solução datada de 18 de março de 2020, exarada nos autos do Conselho de Disciplina nº 002/2019-DP/3, de 21 de maio de 2019, devidamente chancelada pela Procuradoria Geral do Estado”, diz a publicação do Diário Oficial.
O crime
Um policial militar de Teresina foi assassinado a tiros, em 01 de fevereito de 2019, ao se envolver em uma discussão com outro policial no bairro Jockey, zona Leste de Teresina.
De acordo com informações repassadas pela polícia, a vítima identificada como cabo Samuel de Sousa Borges, estava indo pegar o filho na escola, quando se iniciou a briga com o outro policial. Ele foi alvejado com três tiros na frente do filho de apenas 8 anos na rua Cândido Ferraz, por volta das 13h, próximo ao colégio onde a criança estuda.
O filho do policial entrou em estado de choque e precisou da ajuda das testemunhas para se acalmar. Logo depois, familiares da vítima chegaram ao local e se deparam com o crime.
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