Projeto Sintonia, foi sucesso de público; SUS Conitec rejeita caneta
O Projeto Sintonia retornou em grande estilo, desta vez homenageando Vavá Ribeiro
Projeto Sintonia foi sucesso de público, desta vez homenageando Vavá Ribeiro
Na noite do dia (21) aconteceu um grande show no Teatro 4 de Setembro com canções de Vavá Ribeiro, embalando Teresina numa celebração de harmonia e afetos(Machado Junior).
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O Projeto trouxe sua segunda edição, com novo formato e celebrando a música autoral piauiense.
O Teatro 4 de Setembro se transformou em um altar de vozes e melodias em homenagem ao nosso doce menestrel Vavá Ribeiro. Sob o manto da noite piauiense, grandes intérpretes da música local se uniram para cantar as canções que Vavá eternizou.
Vozes do Piauí no Palco
Soraya Castelo Branco, Zé Quaresma, Robert Gleydson, Assis Bezerra, Sara Roberta, Jô Oliveira, Bruno Baruc, Sandro Moura, Transtorno e Fabrícia de Paula estiveram no palco, tecendo com suas vozes um tributo emocionado às músicas de Vavá Ribeiro. Foi um verdadeiro espetáculo de sons e emoções que celebrou a herança musical do Piauí.
Momento impar de comunhão musical
Após o show no Teatro 4 de Setembro, o encontro se estendeu até o bar do Clube dos Diários para um "After Sintonizado". Taiguara Bruno conduziu um show acústico intimista, foi um momento de comunhão musical e liberdade criativa.
Conitec rejeita inclusão de canetas emagrecedoras no SUS
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou ao Ministério da Saúde não incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) a liraglutida e a semaglutida, princípios ativos de medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. O pedido de incorporação ao SUS foi feito pela Novo Nordisk, farmacêutica fabricante do Wegovy, que tem como princípio ativo a semaglutida.
Em nota, o ministério informou que as decisões da Conitec sobre a incorporação de medicamentos ao SUS “consideram as melhores evidências científicas disponíveis, abrangendo eficácia, segurança e análises de custo-efetividade”. Segundo a pasta, no caso da liraglutida e da semaglutida, o impacto financeiro estimado é de R$ 8 bilhões anuais.
O comunicado destacou ainda dois acordos de parceria firmados entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a farmacêutica EMS para a produção da liraglutida e da semaglutida. Os acordos estabelecem a transferência de tecnologia da síntese do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) e do medicamento final para Farmanguinhos, unidade técnico-científica da Fiocruz.
“Cabe ressaltar ainda a importância estratégica da ampliação da oferta de medicamentos genéricos. Essa medida estratégica estimula a concorrência, contribui para a redução de preços, amplia o acesso da população a tratamentos de qualidade e fortalece as condições para a incorporação de novas tecnologias ao SUS”, concluiu o ministério.
Controle
Desde junho, farmácias e drogarias começaram a reter receitas de canetas emagrecedoras. Além da semaglutida e da liraglutida, a categoria inclui ainda a dulaglutida, a exenatida, a tirzepatida e a lixisenatida.
A decisão por um controle mais rigoroso na prescrição e na dispensação desse tipo de medicamento foi tomada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril e entrou em vigor 60 dias após a publicação no Diário Oficial da União.
Em nota, a agência informou que a medida tem como objetivo proteger a saúde da população brasileira, “especialmente porque foi observado um número elevado de eventos adversos relacionados ao uso desses medicamentos fora das indicações aprovadas pela Anvisa”.
Uso indiscriminado
A retenção do receituário de canetas emagrecedoras era defendida por entidades como a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a Sociedade Brasileira de Diabetes e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.
Em nota aberta, elas citam que o uso indiscriminado desse tipo de medicamento gera preocupações quanto à saúde da população e ao acesso de pacientes que realmente necessitam desse tipo de tratamento.
“A venda de agonistas de GLP-1 sem receita médica, apesar de irregular, é frequente. A legislação vigente exige receita médica para a dispensação destes medicamentos, porém, não a retenção da mesma [receita] pelas farmácias. Essa lacuna facilita o acesso indiscriminado e a automedicação, expondo indivíduos a riscos desnecessários”, destacou o documento.
Fonte: Agência Brasil / Projeto Sintonia - Machado Junior